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	<title>Etsal - Escola Técnica de Saúde Profª Valéria Hora</title>
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		<title>Relação dos credenciados por município para Instrutores de Concentração e Dispersão.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 18:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Relação Instrutor de CONCENTRAÇÃO:  Relação Instrutor de DISPERSÃO:          * Os documentos acima encontram-se em formato PDF, se seu computador não tem instalado o programa que abre esse arquivos, você deverá baixar e instalar o software abaixo a sua escolha: Fox Reader Acrobat Reader]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Relação Instrutor de CONCENTRAÇÃO:  <a href="http://www.etsal.com.br/processo_seletivo/credenciamento_2011/resultado/concentracao.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2633" title="baixar" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/baixar.gif" alt="" width="36" height="46" /></a></li>
</ul>
<ul>
<li>Relação Instrutor de DISPERSÃO:          <a href="http://www.etsal.com.br/processo_seletivo/credenciamento_2011/resultado/dispersao.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2633" title="baixar" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/baixar.gif" alt="" width="36" height="46" /></a></li>
</ul>
<p>* Os documentos acima encontram-se em formato PDF, se seu computador não  tem instalado o programa que abre esse arquivos, você deverá baixar e  instalar o software abaixo a sua escolha:</p>
<p><a href="http://cdn01.foxitsoftware.com/pub/foxit/reader/desktop/win/5.x/5.1/enu/FoxitReader513.1201_enu_Setup.exe" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2654" title="foxreader" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/foxreader.jpg" alt="" width="50" height="38" /></a><br />
Fox Reader</p>
<p><a href="http://get.adobe.com/br/reader/download/?installer=Reader_10.1_Portuguese_for_Windows&amp;d=McAfee_Security_Scan_Plus&amp;os=Windows%207&amp;browser=Firefox" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2655" title="adobe" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/adobe.jpg" alt="" width="50" height="50" /></a><br />
Acrobat Reader</p>
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		<title>Direção da ETSAL discuti o Edital de Credenciamento para a execução do Projeto do PRMI.</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 17:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Direção da ETSAL, em reunião com os seus técnicos nesta sexta-feira, dia 05/08, estiveram discutindo o Edital de Credenciamento para a execução do Projeto do PRMI em todo Estado. Em seguida, foi  elaborado um cronograma de visitas aos municípios envolvidos no processo de atualização. O projeto está sob a Coordenação da Profa. Silvana Targino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2603" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a title="Grupo reunido." href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/SDC14026.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2603" title="Reunião diretoria Etsal" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/SDC14026-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Reunião diretoria Etsal</p></div>
<p>A Direção da ETSAL, em reunião com os seus técnicos nesta sexta-feira, dia 05/08, estiveram discutindo o Edital de Credenciamento para a execução do Projeto do PRMI em todo Estado.</p>
<p>Em seguida, foi  elaborado um cronograma de visitas aos municípios envolvidos no processo de atualização.</p>
<p>O projeto está sob a Coordenação da Profa. Silvana Targino da Silva Cruz, integrante do Corpo Técnico da ETSAL</p>
<p>Fonte: NTI Etsal.</p>
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		<title>O perigo dos derrames silenciosos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 18:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 245px"><img title="Exames são primordiais." src="http://saude.abril.com.br/imagens/0313/medicina-escolha-medico-01.jpg" alt="" width="235" height="270" /><p class="wp-caption-text">Exames são primordiais.</p></div>
<p>A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é obstruída e para de irrigar um grupo de neurônios, que, sem combustível, sucumbe. A princípio, o indivíduo nem se dá conta de um derrame que, como a falta de sintomas indica, é silencioso. Mesmo assim, ninguém deve julgar seu estrago inofensivo. Aos poucos, esse tipo de acidente vascular cerebral (AVC), como os médicos denominam o problema, semeia a discórdia no cérebro, podando funções cognitivas como o raciocínio.</p>
<p>“Ele é de cinco a dez vezes mais frequente que os derrames que apresentam sinais e sequelas na hora”, chama a atenção o neurologista Vladimir Hachinski, editor-chefe da revista científica Stroke, da Associação Americana de Derrames, que, agora, joga os holofotes sobre a versão silenciosa do mal para alertar a população e os profissionais de saúde a respeito desse perigo — mensagem que, sem dúvida, também é válida para o Brasil.</p>
<p>“Os AVCs silenciosos costumam ser desprovidos de sintomas porque não atingem regiões estratégicas do cérebro”, esclarece o neurologista Alexandre Pieri, do <a href="http://www.einstein.br/Paginas/Principal.aspx" target="_blank">Hospital Israelita Albert Einstein</a>, em São Paulo. “As áreas danificadas não estão envolvidas com as funções sensorial e motora”, completa seu colega Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo. Com o tempo, porém, as lesões podem se multiplicar. Ocorre uma aqui, outra acolá, e assim por diante. “Daí, com o passar dos anos, parte do cérebro fica parecida com um queijo suíço”, compara Coimbra.</p>
<p>O que, afinal, faz florescer esse fenômeno lento e progressivo? “A pressão alta, o diabete, o colesterol elevado, o abuso do álcool e o tabagismo”, dá Pieri a lista dos vilões. O próprio envelhecimento tem lá sua culpa. “Um estudo americano aponta que um em cada dez idosos já sofreu um AVC silencioso”, conta o neurologista Jefferson Fernandes, do <a href="http://www.hmv.org.br/content/iep/latosensu.aspx?unidId=1" target="_blank">Hospital Moinhos de Vento</a>, em Porto Alegre. No fundo, são os mesmos fatores que plantam um derrame avassalador. “Além disso, muitas vezes os próprios episódios silenciosos recorrentes predizem um AVC mais grave”, lembra Pieri.</p>
<p>Para Hachinski, o problema não é tão sigiloso quanto parece ser. “Ele pode alterar a capacidade de o indivíduo se concentrar e se organizar”, diz. Dessa forma, uma avaliação minuciosa com o neurologista abriria o caminho para surpreendê-los. O dilema é que, muito antes de haver uma devastação nos neurônios, o paciente não nota nem se queixa de nada — e a doença acaba passando despercebida até pelo médico. “Às vezes o diagnóstico é feito por acaso. O indivíduo tem uma dor de cabeça não relacionada ao problema e, na hora de realizar um exame de imagem, descobrem- se as lesões”, relata Fernandes.</p>
<p>O alarme disparado pela Associação Americana de Derrames pretende fazer com que o AVC sem sintomas imediatos deixe de ser tão negligenciado. “É preciso mais atenção com esse problema que pode começar antes do que pensávamos e cujos fatores de risco necessitam ser controlados ainda mais cedo, desde a juventude”, diz o professor Hachinski. Nem todo mundo, é claro, precisa correr ao consultório do neurologista e cobrar uma ressonância magnética, o exame de imagem que flagra os pequenos derrames espalhados na massa cinzenta. O cérebro só deve ser investigado quando não há queixa aparente em quem convive com a pressão arterial nas alturas ou tem um diabete duro na queda, por exemplo. Nesses casos, o especialista checa se há ou não rastros dos microAVCs.</p>
<p>O ataque silencioso ao cérebro deve ser desarmado quanto antes. Do contrário, a permanente poda de pencas e pencas de neurônios propicia o que os cientistas chamam de comprometimento cognitivo vascular. “Nesse quadro, o indivíduo passa a responder mais lentamente a estímulos, tem dificuldade para prestar atenção e perde a capacidade de planejamento”, explica o neurologista Paulo Caramelli, da <a href="http://www.ufmg.br/" target="_blank">Universidade Federal de Minas Gerais</a>. Em algumas situações, as múltiplas lesões geram até mesmo mudanças de comportamento. “A pessoa fica apática, não tem mais iniciativa”, diz Caramelli. A boa notícia é que, ainda nesse estágio, uma aliança entre assistência médica, remédios e mudanças de hábitos pode frear o déficit cognitivo, prevenindo novas lesões.</p>
<p>O perigo é tudo isso passar batido e a somatória de pequenos AVCs desencadear a temida demência vascular. Daí, sim, fica quase impossível reverter a situação, já que o cérebro não conseguirá compensar a perda de tantas células. O que, então, determina o tamanho do estrago? “A extensão das lesões e as regiões que foram acometidas por elas”, responde Jefferson Fernandes. Mas lembre-se: felizmente nada acontece da noite para o dia. Há como agir antes que a cabeça fique inoperante. A respeitada revista médica Stroke já sentenciou: “O derrame é uma catástrofe que pode ser prevenida e remediada”. Independentemente de ser vítima ou não de um AVC silencioso, saiba que dá para assegurar a integridade do cérebro. Se você preza por uma mente saudável e faz o que está ao seu alcance para cuidar dela, são grandes as chances de nunca colher um derrame — barulhento ou não.</p>
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		<title>Câncer de mama, A defesa está em suas mãos</title>
		<link>http://etsal.com.br/2011/08/cancer-de-mama-a-defesa-esta-em-suas-maos/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários Quando o câncer é recorrente na família, está mais do que justificada a angústia de rastreá-lo com rigor e frequência, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários</em></p>
<p><img class="alignleft" title="Toque da mama." src="http://saude.abril.com.br/imagens/0334/mulher-cancer-mama.jpg" alt="" width="241" height="210" />Quando o câncer é recorrente na família, está mais do que justificada a angústia de rastreá-lo com rigor e frequência, a fim de se resguardar de um perigo iminente. “Mutações em genes supressores de tumor, como o BRCA1 e o BRCA2, elevam em até 60% o risco de desenvolver o problema no decorrer da vida”, alerta o ginecologista Afonso Nazário, da Universidade Federal de São Paulo. Mas paira a dúvida: entre as mulheres que nunca conviveram com o tumor em casa, quantas se dedicam com afinco a proteger suas mamas? Nosso recado de prevenção é especialmente dedicado a esse nicho feminino, que muitas vezes nem se dá conta da ameaça. “Em oito de cada dez casos — ou seja, a maioria absoluta —, o tumor é o que chamamos de esporádico, ou seja, não tem relação alguma com antecedentes familiares”, alerta o oncologista Ronaldo Corrêa, do Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Já que o destino das glândulas depende, principalmente, dos hábitos de todo dia, cientistas mundo afora se esforçam para desvendar quais deles induzem e quais dificultam a eclosão da enfermidade. Começam a surgir revelações surpreendentes: a vitamina D, das castanhas e dos peixes, produzida pra valer quando tomamos sol, teria efeito protetor contra o câncer mamário. A descoberta é do epidemiologista francês Pierre Engel, do Instituto Gustave Roussy, que, durante uma década, analisou dados referentes a mais de 67 mil mulheres. “A forma ativa da vitamina, o calcitriol, regula o ciclo das células da mama, inibindo sua proliferação desordenada”, explica Engel a SAÚDE!.</p>
<p>Não à toa, a probabilidade de manifestar o nódulo maligno foi 32% menor em quem aliava o consumo do nutriente a banhos de sol regulares. Fica a dica: sair ao ar livre com braços e pernas descobertos por 15 minutos diariamente. Mas essa é apenas uma sugestão de uma lista de atitudes preventivas. O combate à barriga volumosa merece destaque, por seu potencial de destrambelhar as glândulas mamárias. “A adesão ao pacote de exercícios, alimentação balanceada e controle de peso já reduz em 28% o risco de câncer de mama”, garante Corrêa.</p>
<p>Se fosse necessário apontar um culpado pelos tumores de mama, certamente a dupla de hormônios femininos estrogênio e progesterona estaria no banco dos réus. “Essas substâncias agem nos receptores das células mamárias, induzindo sua proliferação”, explica Nazário. Obviamente, quanto maior o estímulo, maior a oportunidade para que essas unidades comecem a se multiplicar indiscriminadamente. Esse raciocínio explica por que as mudanças no planejamento familiar ao longo dos anos colaboraram com o aumento paulatino na incidência do tumor. “Devido à conquista do mercado de trabalho, a mulher de hoje decidiu diminuir a prole e deixou para engravidar em idade mais avançada”, reflete Nazário. Isso faz com que ela tenha mais ciclos menstruais durante a vida, ampliando a exposição hormonal. Pelo mesmo motivo, a menarca precoce e a menopausa tardia, após os 50 anos, entram no rol dos fatores de risco.</p>
<p>Mas, se é inviável controlar esses aspectos socioculturais e biológicos, o jeito é incentivar a reversão de costumes negativos e o investimento nos positivos. A intenção segue a mesma: reduzir o aporte de hormônios nas glândulas e manter o funcionamento dos genes em equilíbrio, garantindo que as células se repliquem em harmonia.</p>
<p>Fonte: Revista saúde.</p>
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		<title>Guia das costas sem dor</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar O dia a dia das vértebras não é fácil: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><img title="Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna" src="http://saude.abril.com.br/imagens/0338/guia-costas.jpg" alt="" width="230" height="270" /><p class="wp-caption-text">Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna</p></div>
<p>O dia a dia das vértebras não é fácil: elas precisam sustentar o tronco e ainda se dobrar aos nossos desejos, por mais triviais que eles sejam. Para piorar, tamanha labuta geralmente é recompensada com falta de consideração — afinal, quantas pessoas se preocupam, nas suas próprias tarefas, em não forçar esse conjunto de ossos? E a união entre sobrecarga e descaso costuma ter apenas um desfecho: reclamação. &#8220;A quantidade de indivíduos com dor de coluna é enorme. Estamos falando da maior causa de falta ao trabalho do mundo inteiro&#8221;, enfatiza o ortopedista Elcio Landim, da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.</p>
<p>Com o intuito de assegurar o direito à saúde da espinha dorsal, a Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna elaborou um novo guia que visa corrigir posturas do nosso cotidiano, como sentar-se em frente ao computador e até escovar os dentes. &#8220;Pequenas mudanças, somadas, minimizam significativamente o risco de lombalgias e hérnias de disco&#8221;, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta e presidente da instituição.</p>
<p>&#8220;A adoção de posições corretas e a prática de atividade física são os dois fatores que mais protegem as costas&#8221;, corrobora Júlio Cerca Serrão, coordenador do Laboratório de Biomecânica da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. A partir de agora, você verá como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna.</p>
<p><strong>80%</strong> das pessoas ao redor do globo já tiveram ou terão, ao longo da vida, ao menos um episódio de dor intensa na coluna</p>
<p><strong>5,3 </strong>milhões de brasileiros sofrem com a hérnia de disco</p>
<p><strong>13%</strong> das consultas médicas são decorrentes de incômodos na região lombar</p>
<p><strong>O novo aliado da coluna</strong><br />Um aparelho americano faz o próprio corpo aprender a preservar as costas de maneira eficaz</p>
<p>Seu nome, Stabilizer, já sugere o que ele faz. apesar de simples — trata-se de uma almofada especial colocada na região lombar durante a fisioterapia —, o equipamento ensina o corpo a contrair os músculos multífidos, localizados ao longo das vértebras. Treinada, essa musculatura é capaz de manter a espinha alinhada e de amortecer impactos. Só para citar um caso, pesquisadores australianos descobriram que quase todos os indivíduos com hérnia de disco tinham esses auxiliares da coluna atrofiados. &#8220;após algumas sessões, a pessoa não precisa mais do Stabilizer. ele passa a utilizar os multífidos em todas as situações do dia a dia, o que incrementa a proteção da área lombar&#8221;, afirma o fisioterapeuta Helder montenegro.</p>
<p><strong>Como funciona</strong><br />Ele faz as costas aguentarem as exigências do cotidiano</p>
<p>Os multífidos são músculos profundos. para acioná-los, é preciso estimular uma cadeia muscular que começa pelo transverso do abdômen. Só que contrair o tal transverso não é fácil — e mais, cada um o ativa de um jeito diferente. O Stabilizer ajuda a detectar quando o músculo é exigido. a partir daí, basta repetir o movimento que deu certo até que ele seja automatizado.</p>
<p><strong>Causa ou consequência?</strong><br />Uma dor na coluna pode ser sinal ou fator de risco para uma série de chateações</p>
<p><strong>Quando ela é um aviso </strong><br />&#8220;Tumores de próstata, de pulmão ou de mama, ao entrarem em processo de metástase, podem acometer a coluna&#8221;, diz o cirurgião oncológico Ademar Lopes, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Nesses casos, uma das primeiras manifestações pode ser dor ao longo das vértebras. Infecções no pâncreas, pedras nos rins e até endometriose também podem gerar incômodo nas costas.</p>
<p>Uma dor que causa dor &#8220;Quando há uma hérnia de disco, por exemplo, o paciente costuma se entortar todo só para aliviar a sensação desagradável&#8221;, informa o ortopedista Moisés Cohen. Com o corpo desequilibrado, o menisco, cartilagem que reside no joelho, pode ser sobrecarregado e, aí, lesionar-se. Já o quadril fica mais exposto a inflamações como a bursite.</p>
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		<title>Ministério da Saúde lança portaria para qualificar Atenção Básica</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 16:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nótícias anteriores]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação inclui educação permanente, satisfação de usuário e cumprimento de metas Seguindo a diretriz de qualificar a gestão pública, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em julho, uma nova medida, dessa vez, voltada à atenção básica. Depois do decreto 7.508, de 28 de junho deste ano, que regulamenta as leis 8.080 e 8.142 e cria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ação inclui educação permanente, satisfação de usuário e cumprimento de metas</em></p>
<p>Seguindo a diretriz de qualificar a gestão pública, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em julho, uma nova medida, dessa vez, voltada à atenção básica. Depois do decreto 7.508, de 28 de junho deste ano, que regulamenta as leis <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm" target="_blank">8.080</a> e <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8142.htm" target="_blank">8.142</a> e cria contratos com metas para o Sistema Único de Saúde (SUS), foi publicada a <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1654_19_07_2011.html" target="_blank">Portaria 1.654</a>, de 19 de julho de 2011, que institui o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) e o Incentivo Financeiro do PMAQ-AB, denominado Componente da Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). Com objetivo de “induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade comparável”, o PMAQ-AB prevê a educação permanente das equipes de saúde, avaliação da satisfação do usuário, além de repasse financeiro mediante apresentação de resultados.</p>
<p>O PMAQ-AB foi dividido em quatro partes: Adesão e Contratualização, Desenvolvimento, Avaliação Externa e Recontratualização.A primeira etapa consiste na adesão das equipes de saúde da atenção básica e de saúde bucal, processo que será efetivado pelos municípios por meio de preenchimento de formulário eletrônico específico. O acordo deverá ser encaminhado ao Conselho Municipal de Saúde e à Comissão Intergestores Regional (CIR), com posterior homologação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB).</p>
<p>Integram o Desenvolvimento a autoavaliação, executada pela equipe de saúde, além do monitoramento das ações desenvolvidas, feito pelas secretarias municipal e estadual de Saúde e pelo MS, em parceria com a CIR. Destaca-se, nesta fase, a educação permanente, que, segundo a portaria, será feita por meio de ações dos gestores. A medida pretende ainda traçar o perfil dos profissionais, avaliando a formação e qualificação.</p>
<p>A terceira etapa, definida como Avaliação Externa, consiste na certificação do desempenho das equipes e da gestão da atenção básica. Coordenada de forma tripartite e realizada por instituições de ensino, vai avaliar a rede local de saúde, a qualidade da atenção do serviço, a satisfação do usuário, além de questões de gestão, como direitos trabalhistas. Municípios têm entre seis meses e dois anos para solicitar avaliação externa. Aqueles que descumprirem o prazo serão automaticamente descredenciados.</p>
<p>A última fase do PMAQ-AB é denominada Recontratualização, que se “caracteriza pela pactuação singular dos municípios com incremento de novos padrões e indicadores de qualidade, estimulando a institucionalização de um processo cíclico e sistemático a partir dos resultados verificados”. A recontratualização tem o objetivo de dar sequência ao monitoramento dos indicadores. </p>
<p>Médico pediatra e especialista em Saúde Pública, Gilson Carvalho destaca a avaliação do desempenho, inclusive como forma de transferência de recursos, e a verificação da satisfação dos usuários como pontos importantes da portaria.</p>
<p>“A inclusão do critério de avaliação da satisfação dos usuários é um avanço. Este deveria ser sempre um parâmetro de nossas avaliações, pois é a razão de ser de todos os serviços públicos. Não como fim, mas como meio de melhorarmos nossa abordagem”, pondera. </p>
<p><strong>Repasse financeiro</strong>A portaria institui ainda o  Componente de Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). O incentivo será transferido, fundo a fundo, apenas aos municípios que se inscreverem no PMAQ-AB e, no momento da adesão, está previsto o pagamento de 20% do valor integral do PAB Variável. O incremento do incentivo está condicionado aos resultados verificados nas fases dois, três e quatro (Desenvolvimento, Avaliação Externa e Recontratualização). De acordo com o Ministério da Saúde, municípios que não aderirem ao programa permanecem recebendo o PAB fixo e variável, conforme população e critérios relacionados à implantação da Estratégia Saúde da Família.</p>
<p> </p>
<p>Para a classificação que vai definir o valor a ser pago, os municípios serão divididos em estratos, e o desempenho de suas equipes será comparado à média e ao desvio-padrão das equipes do mesmo grupo. O repasse será feito da seguinte maneira, de acordo com a classificação do desempenho: “insatisfatório”, suspensão do repasse dos 20% e obrigatoriedade de celebração de termo de ajuste; “regular”, manutenção dos 20%; “bom” ampliação de 20% para 60% do PAB Variável; “ótimo”, ampliação de 20% para 100% do PAB Variável.</p>
<p>Em relação à classificação por estratos, Gilson aponta que é preciso atenção para não destinar mais recursos aos municípios mais bem estruturados. “A diversidade de realidades é mais um grande problema que temos no Brasil. Pode acontecer de o simples uso de média e desvio padrão não sejam suficientes, mesmo usados em estratos”, disse.</p>
<p><strong>Recursos para Atenção Básica</strong>No dia 9 de julho, durante abertura do 27º Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o ministro Alexandre Padilha assinou duas portarias aumentando de R$ 769 milhões para R$ 10,3 bilhões o orçamento destinado à atenção básica. A portaria 1.599/11 ajustou os valores de financiamento do Piso da Atenção Básica Variável – o chamado PAB variável – para equipes de Saúde da Família, de Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde, corrigindo a inflação de 2010. Já a portaria 1.602/11, redefine valores mínimos de repasse fundo a fundo do componente fixo do PAB. Divididos em quatro grupos, os municípios brasileiros passam a receber mais recursos de acordo com dois critérios: número de habitantes e pontuação. Variando de 0 a 10, esses pontos são dados às cidades de acordo com indicadores definidos pelo Departamento de Atenção Básica (DAB/SAS/MS): PIB per capita, densidade demográfica e percentual da população que assina plano de saúde; é beneficiada pelo programa Bolsa Família; e está em situação de extrema pobreza. O objetivo do  ranking é identificar aqueles municípios mais vulneráveis, detectados pela menor quantidade de pontos.</p>
<p> </p>
<p> Fonte: RETSUS</p>
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		<title>SGTES promove reunião nacional das ETSUS</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 14:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Objetivo foi planejar o fortalecimento da RET-SUS para negociar plano com estados e municípios Tomando por base o questionamento: “Que escola somos e que escola queremos ser?”, representantes de 30 das 36 Escolas Técnicas do SUS (ETSUS) participaram, nos dias 20 e 21 de julho, de uma reunião nacional promovida para discutir a sustentação pedagógica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Objetivo foi planejar o fortalecimento da RET-SUS para negociar plano com estados e municípios</em></p>
<p>Tomando por base o questionamento: “Que escola somos e que escola queremos ser?”, representantes de 30 das 36 Escolas Técnicas do SUS (ETSUS) participaram, nos dias 20 e 21 de julho, de uma reunião nacional promovida para discutir a sustentação pedagógica, técnica e financeira das instituições. Organizada pela Coordenação de Ações Técnicas em Educação na Saúde do Departamento de Gestão da Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (Deges/SGTES), o encontro é uma das atividades programadas no âmbito do planejamento do Ministério da Saúde para o quadriênio 2011-2015, que tem como objetivo estratégico “contribuir para a adequada formação, alocação, qualificação, valorização e democratização das relações do trabalho dos profissionais e trabalhadores da saúde’’.</p>
<p>“Dentro desse objetivo, uma das estratégias pactuadas pelo colegiado de secretários do Ministério da Saúde é a ampliação da formação profissional de nível médio dos trabalhadores do SUS, por meio do fortalecimento político, pedagógico, físico e administrativo das ETSUS”, explicou Clarice Aparecida Ferraz, coordenadora de Ações Técnicas do Deges.</p>
<p>Ainda de acordo com esse projeto, está previsto que se firme um pacto, este ano, com estados e municípios para a sustentação das escolas. A ideia do Deges é promover, em agosto, uma reunião com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) para que o plano seja pactuado na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) possivelmente em setembro ou novembro.</p>
<p><strong>Contexto da formação técnica</strong></p>
<p>O plano se insere no atual contexto que a educação profissional técnica ganhou dentro das políticas do SUS. A meta de educação técnica de nível médio, que deve ser fechada pelo Ministério da Saúde no plano quadrienal, é formar cem mil trabalhadores já inseridos no SUS por ano, até 2015. “A expectativa de resposta gerada pela política no plano nacional precisa ser compatibilizada com a realidade das escolas”, ponderou Clarice Ferraz.</p>
<p>Com a estruturação de linhas de cuidado prioritárias no contexto de redes de atenção, haverá maior ênfase na qualificação de trabalhadores, em cursos pós-técnicos e de aperfeiçoamento (no caso dos trabalhadores com ensino fundamental). Um grupo foi formado entre SGTES, Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) e Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) para pensar sobre quais seriam essas formações a partir das necessidades das redes de urgência e emergência; materno-infatil; atenção psicossocial, com ênfase no cuidado aos usuários de crack e outras drogas; prevenção e qualificação do diagnóstico e tratamento do câncer de colo de útero e de mama; e doenças crônicas não transmissíveis.</p>
<p>Além disso, o próprio Profaps deverá ser ampliado. Para o programa de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência, que deve ser lançado este ano pelo Governo Federal, está prevista a implantação de oficinas ortopédicas, para produção de órteses e próteses, nas regiões Norte e Nordeste. Nesse contexto, a formação específica para a área será importante. “Precisamos criar plano de orientação curricular para formação de técnicos em órteses e próteses. Mas a formação não se restringe a esse profissional: vamos precisar trabalhar com o técnico que vai fazer a reabilitação física, por exemplo. Talvez, o técnico em enfermagem precise de um pós-técnico nessa área”, explicou a coordenadora.</p>
<p><strong>Plano das ETSUS</strong></p>
<p>Ao final de dois dias pautados por debates relativos ao perfil e às necessidades das escolas, os diretores começaram a elaborar o pacto de estrutura mínima das ETSUS. De acordo com o plano, cada ETSUS deve ter um núcleo estruturante, como pelo menos diretor e vice-diretor, coordenador pedagógico, secretário escolar, bibliotecário, profissional administrativo, e docente que seja referência técnica e pedagógica para cada curso. Apenas a parte da sustentação pedagógica foi concluída na reunião. Para dar continuidade à elaboração do plano, diretores de cada região do Brasil vão debater questões técnicas, financeiras, além da identidade da Escola Técnica do SUS e elaborar um projeto. Cada plano regional será apresentado dia 16 de agosto, em uma reunião, em Brasília, com a SGETS e as cinco representantes regionais das ETSUS, Fernanda Melo (Centro Oeste), Maria Ivanília Timbó (Nordeste), Anna Lucia Abreu (Norte), Maria Helena Nardi (Sudeste) e Cláudia Lange (Sul).</p>
<p>As sete escolas da Região Norte agendaram uma vídeo conferência para esta sexta-feira, dia 29.  Na região Sudeste, ficou acordado reunião com as 12 escolas, dia 9 de agosto, no Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo, em Vila Mariana.  Já diretores das escolas do Sul, Centro Oeste e Nordeste discutirão os projetos, por email. As responsáveis da respectivas regiões irão elaborar um relatório consolidado com as considerações das ETSUS que será apresentado em Brasília.</p>
<p>Fonte: RET-SUS.</p>
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		<title>Intranet</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 15:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intranet]]></category>

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		<title>Sorteios de cirurgias plásticas geram polêmica na Grã-Bretanha</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Associações pedem proibições de competições e promoções que dão operações como prêmio; organizadores defendem a prática. A oferta de cirurgias plásticas por meio de sorteios, competições e promoções vem causando polêmica na Grã-Bretanha. Entidades como a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps, na sigla em inglês) estão pedindo a proibição de sorteios para cirurgia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Associações pedem proibições de competições e promoções que dão operações como prêmio; organizadores defendem a prática.</em></p>
<p><div id="attachment_2550" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cirurgiaplasticasorteio1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2550" title="cirurgiaplasticasorteio1" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cirurgiaplasticasorteio1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Sarah Burge, autointitulada &#39;Barbie da vida real&#39;.</p></div>
<p>A oferta de cirurgias plásticas por meio de sorteios, competições e promoções vem causando polêmica na Grã-Bretanha.</p>
<p>Entidades como a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps, na sigla em inglês) estão pedindo a proibição de sorteios para cirurgia cosmética como aumento de seios, facelift e aplicação de botox.</p>
<p>Segundo elas, as promoções com cirurgias como prêmio vêm se tornando mais populares, particularmente nos últimos três meses. Além de sorteios, as cirurgias estariam sendo oferecidas como prêmio em programas de fidelidade, pacotes de serviços para divorciados, competições de revistas e em sites de ofertas.</p>
<p>Para os especialistas, a propaganda de cirurgias cosméticas nesse nível pode levar os jovens a querer tratamentos dos quais não necessitam.</p>
<p><strong>Megaevento</strong><br />O pedido de proibição das promoções de cirurgias ocorre poucos dias após um megaevento em Londres no qual os participantes pagavam 25 libras (cerca de R$ 64) para participarem de um sorteio de um crédito de 4 mil libras (R$ 10,2 mil) para pagar uma cirurgia plástica à escolha.</p>
<p>O evento foi organizado por um clube noturno de Londres e foi patrocinado por uma empresa de cirurgias cosméticas. Além do prêmio principal, também foram sorteadas lipoesculturas e maquiagens permanentes.</p>
<div><strong>saiba mais</strong>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/09/cirurgia-plastica-se-torna-febre-entre-brasileiros-mas-ha-riscos.html">Cirurgia plástica se torna febre entre brasileiros, mas há riscos</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/11/irmas-gemeas-fazem-cirurgia-plastica-no-mesmo-dia-no-reino-unido.html">Gêmeas fazem cirurgia plástica no mesmo dia no Reino Unido</a></li>
</ul>
</div>
<p>Autopromovida como &#8220;a Barbie da vida real&#8221;, a britânica Sarah Burge, de 50 anos, foi uma das promotoras do evento. Segundo ela, as promoções não são perigosas.</p>
<p>&#8220;Começamos esses sorteios após anos de pesquisas&#8221;, afirma. &#8220;Sabemos que há dezenas de milhares de pessoas que querem mudar sua aparência.&#8221;</p>
<p>&#8220;Não é apenas uma questão de ter um nariz grande ou querer novos peitos. Isso tem relação com pessoas que vivem com faces desfiguradas, pacientes de mastectomia (retirada das mamas) e outros com deformidades e que querem sua dignidade de volta&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>&#8220;Decisão informada&#8221;</strong><br />Mas Sally Taber, diretora da organização não governamental IHAS, que oferece consultoria independente a empresas do setor de saúde, critica esse tipo de sorteio. &#8220;Eles estão atraindo pessoas a realizar cirurgias cosméticas que nunca tinham nem pensado nisso antes&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;É importante que as pessoas tomem uma decisão informada em um ambiente adequado. Uma festa não é um ambiente adequado&#8221;, diz. &#8220;Eles deveriam ser proibidos de anunciar assim.&#8221;</p>
<p>Para a cirurgiã Jackie Lewis, da Baaps, cirurgias cosméticas não deveriam ser oferecidas como prêmio em sorteios. &#8220;Isso não é algo que possa ser trivializado&#8221;, afirma.</p>
<p>&#8220;Se você vai se submeter a um procedimento que é irreversível e com consequências por toda a vida, recomendamos que você antes pense sobre isso cuidadosamente&#8221;, afirma.</p>
<p>Mas Beryl Atkins, dona da empresa Transpire Cosmetic Surgery, outro dos organizadores do evento em Londres, diz que seus cirurgiões &#8220;nunca operam de cara&#8221;. &#8220;Os vencedores têm ao menos duas semanas para pensar sobre isso, e fazemos consultas extensas&#8221;, afirma.</p>
<p>Fonte: G1/globo</p></p>
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		<title>Brasileiros foram os mais barrados nas fronteiras aéreas da UE</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo agência, 6.072 brasileiros tiveram entrada negada nos aeroportos do bloco em 2010, o equivalente a 12% do total. Os brasileiros são os estrangeiros que mais tiveram a entrada recusada nos aeroportos da União Europeia em 2010 e o sexto grupo com mais permanências ilegais detectadas. De acordo com a agência europeia de controle de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo agência, 6.072 brasileiros tiveram entrada negada nos aeroportos do bloco em 2010, o equivalente a 12% do total.</em></p>
<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110627072805_immigration_30.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2547" title="Divulgação" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110627072805_immigration_30-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Os brasileiros são os estrangeiros que mais tiveram a entrada recusada nos aeroportos da União Europeia em 2010 e o sexto grupo com mais permanências ilegais detectadas.</p>
<p>De acordo com a agência europeia de controle de fronteiras, Frontex, no ano passado 6.072 brasileiros foram barrados pelas autoridades europeias ao tentar entrar no bloco por via aérea, o equivalente a 12% do total de entradas recusadas.</p>
<p>Quase 30% dos casos envolvendo brasileiros ocorreram na Espanha, onde 1.813 pessoas foram enviadas de volta ao Brasil principalmente por não poder justificar o motivo da viagem ou as condições de estadia no país.</p>
<p>Os brasileiros também foram os mais barrados nos aeroportos da França em 2010, com 673 casos.</p>
<p><strong>Queda</strong><br />O Brasil mantém a primeira posição entre as entradas negadas nos aeroportos europeus desde que a Frontex começou a contabilizar o dado, em 2008, mas a agência destaca que o número de casos caiu 24% no ano passado em relação a 2009.</p>
<p>&#8216;A razão está relacionada à crise econômica. Com menos oportunidades de emprego, a UE se tornou um destino menos atrativo para os imigrantes. Por isso houve uma queda significativa no tráfego aéreo para a UE, inclusive a partir do Brasil&#8217;, explicou à BBC Brasil Izabella Cooper, porta-voz da Frontex.</p>
<p>Em segundo lugar, muito atrás do Brasil, estão os Estados Unidos, com 2.338 cidadãos barrados às portas da UE em 2010, o equivalente a 4,8% do total, seguidos de Nigéria, com 1.717 barrados, e China, com 1.610.</p>
<p>Apenas outros dois países latino-americanos estão entre as dez nacionalidades mais recusadas nas fronteiras aéreas europeias: Paraguai, em sexto lugar, com 1.495 entradas negadas, e Venezuela, em décimo, com 1.183.</p>
<p>De maneira geral, considerando também fronteiras terrestres e marítimas, os brasileiros foram a quarta nacionalidade mais recusada pela UE no ano passado, com 6.178 negativas, o equivalente a 5,7% do total.</p>
<p>Em primeiro lugar ficaram os ucranianos, que responderam por 17% do total, com 18.743 negativas, seguidos de russos, com 9.165 negativas, e sérvios, com 6.990.</p>
<p><strong>Ilegais detectados</strong><br />No ano passado a Frontex também detectou 13.369 brasileiros vivendo ilegalmente em algum país da EU, a maioria deles em Portugal, Espanha e França.</p>
<p>O número representa 3,8% do total de residentes ilegais identificados no bloco em 2010 e coloca o Brasil na sexta posição da lista, liderada por Marrocos, com 6,3% do total.</p>
<p>Na frente dos brasileiros também ficaram os cidadãos do Afeganistão, Albânia, Sérvia e Argélia.</p>
<p>Nenhum outro país da América Latina figura entre os dez primeiros entre as nacionalidades com mais ilegais detectados.</p>
<p>Fonte: G1/globo</p>
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