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	<title>Etsal - Escola Técnica de Saúde Profª Valéria Hora &#187; Arquivos</title>
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		<title>Relação dos credenciados por município para Instrutores de Concentração e Dispersão.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 18:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Relação Instrutor de CONCENTRAÇÃO:  Relação Instrutor de DISPERSÃO:          * Os documentos acima encontram-se em formato PDF, se seu computador não tem instalado o programa que abre esse arquivos, você deverá baixar e instalar o software abaixo a sua escolha: Fox Reader Acrobat Reader]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Relação Instrutor de CONCENTRAÇÃO:  <a href="http://www.etsal.com.br/processo_seletivo/credenciamento_2011/resultado/concentracao.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2633" title="baixar" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/baixar.gif" alt="" width="36" height="46" /></a></li>
</ul>
<ul>
<li>Relação Instrutor de DISPERSÃO:          <a href="http://www.etsal.com.br/processo_seletivo/credenciamento_2011/resultado/dispersao.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2633" title="baixar" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/baixar.gif" alt="" width="36" height="46" /></a></li>
</ul>
<p>* Os documentos acima encontram-se em formato PDF, se seu computador não  tem instalado o programa que abre esse arquivos, você deverá baixar e  instalar o software abaixo a sua escolha:</p>
<p><a href="http://cdn01.foxitsoftware.com/pub/foxit/reader/desktop/win/5.x/5.1/enu/FoxitReader513.1201_enu_Setup.exe" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2654" title="foxreader" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/foxreader.jpg" alt="" width="50" height="38" /></a><br />
Fox Reader</p>
<p><a href="http://get.adobe.com/br/reader/download/?installer=Reader_10.1_Portuguese_for_Windows&amp;d=McAfee_Security_Scan_Plus&amp;os=Windows%207&amp;browser=Firefox" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2655" title="adobe" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/adobe.jpg" alt="" width="50" height="50" /></a><br />
Acrobat Reader</p>
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		<title>Direção da ETSAL discuti o Edital de Credenciamento para a execução do Projeto do PRMI.</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 17:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Local]]></category>

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		<description><![CDATA[A Direção da ETSAL, em reunião com os seus técnicos nesta sexta-feira, dia 05/08, estiveram discutindo o Edital de Credenciamento para a execução do Projeto do PRMI em todo Estado. Em seguida, foi  elaborado um cronograma de visitas aos municípios envolvidos no processo de atualização. O projeto está sob a Coordenação da Profa. Silvana Targino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2603" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a title="Grupo reunido." href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/SDC14026.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2603" title="Reunião diretoria Etsal" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/SDC14026-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Reunião diretoria Etsal</p></div>
<p>A Direção da ETSAL, em reunião com os seus técnicos nesta sexta-feira, dia 05/08, estiveram discutindo o Edital de Credenciamento para a execução do Projeto do PRMI em todo Estado.</p>
<p>Em seguida, foi  elaborado um cronograma de visitas aos municípios envolvidos no processo de atualização.</p>
<p>O projeto está sob a Coordenação da Profa. Silvana Targino da Silva Cruz, integrante do Corpo Técnico da ETSAL</p>
<p>Fonte: NTI Etsal.</p>
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		<title>O perigo dos derrames silenciosos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 18:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 245px"><img title="Exames são primordiais." src="http://saude.abril.com.br/imagens/0313/medicina-escolha-medico-01.jpg" alt="" width="235" height="270" /><p class="wp-caption-text">Exames são primordiais.</p></div>
<p>A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é obstruída e para de irrigar um grupo de neurônios, que, sem combustível, sucumbe. A princípio, o indivíduo nem se dá conta de um derrame que, como a falta de sintomas indica, é silencioso. Mesmo assim, ninguém deve julgar seu estrago inofensivo. Aos poucos, esse tipo de acidente vascular cerebral (AVC), como os médicos denominam o problema, semeia a discórdia no cérebro, podando funções cognitivas como o raciocínio.</p>
<p>“Ele é de cinco a dez vezes mais frequente que os derrames que apresentam sinais e sequelas na hora”, chama a atenção o neurologista Vladimir Hachinski, editor-chefe da revista científica Stroke, da Associação Americana de Derrames, que, agora, joga os holofotes sobre a versão silenciosa do mal para alertar a população e os profissionais de saúde a respeito desse perigo — mensagem que, sem dúvida, também é válida para o Brasil.</p>
<p>“Os AVCs silenciosos costumam ser desprovidos de sintomas porque não atingem regiões estratégicas do cérebro”, esclarece o neurologista Alexandre Pieri, do <a href="http://www.einstein.br/Paginas/Principal.aspx" target="_blank">Hospital Israelita Albert Einstein</a>, em São Paulo. “As áreas danificadas não estão envolvidas com as funções sensorial e motora”, completa seu colega Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo. Com o tempo, porém, as lesões podem se multiplicar. Ocorre uma aqui, outra acolá, e assim por diante. “Daí, com o passar dos anos, parte do cérebro fica parecida com um queijo suíço”, compara Coimbra.</p>
<p>O que, afinal, faz florescer esse fenômeno lento e progressivo? “A pressão alta, o diabete, o colesterol elevado, o abuso do álcool e o tabagismo”, dá Pieri a lista dos vilões. O próprio envelhecimento tem lá sua culpa. “Um estudo americano aponta que um em cada dez idosos já sofreu um AVC silencioso”, conta o neurologista Jefferson Fernandes, do <a href="http://www.hmv.org.br/content/iep/latosensu.aspx?unidId=1" target="_blank">Hospital Moinhos de Vento</a>, em Porto Alegre. No fundo, são os mesmos fatores que plantam um derrame avassalador. “Além disso, muitas vezes os próprios episódios silenciosos recorrentes predizem um AVC mais grave”, lembra Pieri.</p>
<p>Para Hachinski, o problema não é tão sigiloso quanto parece ser. “Ele pode alterar a capacidade de o indivíduo se concentrar e se organizar”, diz. Dessa forma, uma avaliação minuciosa com o neurologista abriria o caminho para surpreendê-los. O dilema é que, muito antes de haver uma devastação nos neurônios, o paciente não nota nem se queixa de nada — e a doença acaba passando despercebida até pelo médico. “Às vezes o diagnóstico é feito por acaso. O indivíduo tem uma dor de cabeça não relacionada ao problema e, na hora de realizar um exame de imagem, descobrem- se as lesões”, relata Fernandes.</p>
<p>O alarme disparado pela Associação Americana de Derrames pretende fazer com que o AVC sem sintomas imediatos deixe de ser tão negligenciado. “É preciso mais atenção com esse problema que pode começar antes do que pensávamos e cujos fatores de risco necessitam ser controlados ainda mais cedo, desde a juventude”, diz o professor Hachinski. Nem todo mundo, é claro, precisa correr ao consultório do neurologista e cobrar uma ressonância magnética, o exame de imagem que flagra os pequenos derrames espalhados na massa cinzenta. O cérebro só deve ser investigado quando não há queixa aparente em quem convive com a pressão arterial nas alturas ou tem um diabete duro na queda, por exemplo. Nesses casos, o especialista checa se há ou não rastros dos microAVCs.</p>
<p>O ataque silencioso ao cérebro deve ser desarmado quanto antes. Do contrário, a permanente poda de pencas e pencas de neurônios propicia o que os cientistas chamam de comprometimento cognitivo vascular. “Nesse quadro, o indivíduo passa a responder mais lentamente a estímulos, tem dificuldade para prestar atenção e perde a capacidade de planejamento”, explica o neurologista Paulo Caramelli, da <a href="http://www.ufmg.br/" target="_blank">Universidade Federal de Minas Gerais</a>. Em algumas situações, as múltiplas lesões geram até mesmo mudanças de comportamento. “A pessoa fica apática, não tem mais iniciativa”, diz Caramelli. A boa notícia é que, ainda nesse estágio, uma aliança entre assistência médica, remédios e mudanças de hábitos pode frear o déficit cognitivo, prevenindo novas lesões.</p>
<p>O perigo é tudo isso passar batido e a somatória de pequenos AVCs desencadear a temida demência vascular. Daí, sim, fica quase impossível reverter a situação, já que o cérebro não conseguirá compensar a perda de tantas células. O que, então, determina o tamanho do estrago? “A extensão das lesões e as regiões que foram acometidas por elas”, responde Jefferson Fernandes. Mas lembre-se: felizmente nada acontece da noite para o dia. Há como agir antes que a cabeça fique inoperante. A respeitada revista médica Stroke já sentenciou: “O derrame é uma catástrofe que pode ser prevenida e remediada”. Independentemente de ser vítima ou não de um AVC silencioso, saiba que dá para assegurar a integridade do cérebro. Se você preza por uma mente saudável e faz o que está ao seu alcance para cuidar dela, são grandes as chances de nunca colher um derrame — barulhento ou não.</p>
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		<title>Guia das costas sem dor</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar O dia a dia das vértebras não é fácil: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><img title="Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna" src="http://saude.abril.com.br/imagens/0338/guia-costas.jpg" alt="" width="230" height="270" /><p class="wp-caption-text">Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna</p></div>
<p>O dia a dia das vértebras não é fácil: elas precisam sustentar o tronco e ainda se dobrar aos nossos desejos, por mais triviais que eles sejam. Para piorar, tamanha labuta geralmente é recompensada com falta de consideração — afinal, quantas pessoas se preocupam, nas suas próprias tarefas, em não forçar esse conjunto de ossos? E a união entre sobrecarga e descaso costuma ter apenas um desfecho: reclamação. &#8220;A quantidade de indivíduos com dor de coluna é enorme. Estamos falando da maior causa de falta ao trabalho do mundo inteiro&#8221;, enfatiza o ortopedista Elcio Landim, da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.</p>
<p>Com o intuito de assegurar o direito à saúde da espinha dorsal, a Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna elaborou um novo guia que visa corrigir posturas do nosso cotidiano, como sentar-se em frente ao computador e até escovar os dentes. &#8220;Pequenas mudanças, somadas, minimizam significativamente o risco de lombalgias e hérnias de disco&#8221;, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta e presidente da instituição.</p>
<p>&#8220;A adoção de posições corretas e a prática de atividade física são os dois fatores que mais protegem as costas&#8221;, corrobora Júlio Cerca Serrão, coordenador do Laboratório de Biomecânica da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. A partir de agora, você verá como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna.</p>
<p><strong>80%</strong> das pessoas ao redor do globo já tiveram ou terão, ao longo da vida, ao menos um episódio de dor intensa na coluna</p>
<p><strong>5,3 </strong>milhões de brasileiros sofrem com a hérnia de disco</p>
<p><strong>13%</strong> das consultas médicas são decorrentes de incômodos na região lombar</p>
<p><strong>O novo aliado da coluna</strong><br />Um aparelho americano faz o próprio corpo aprender a preservar as costas de maneira eficaz</p>
<p>Seu nome, Stabilizer, já sugere o que ele faz. apesar de simples — trata-se de uma almofada especial colocada na região lombar durante a fisioterapia —, o equipamento ensina o corpo a contrair os músculos multífidos, localizados ao longo das vértebras. Treinada, essa musculatura é capaz de manter a espinha alinhada e de amortecer impactos. Só para citar um caso, pesquisadores australianos descobriram que quase todos os indivíduos com hérnia de disco tinham esses auxiliares da coluna atrofiados. &#8220;após algumas sessões, a pessoa não precisa mais do Stabilizer. ele passa a utilizar os multífidos em todas as situações do dia a dia, o que incrementa a proteção da área lombar&#8221;, afirma o fisioterapeuta Helder montenegro.</p>
<p><strong>Como funciona</strong><br />Ele faz as costas aguentarem as exigências do cotidiano</p>
<p>Os multífidos são músculos profundos. para acioná-los, é preciso estimular uma cadeia muscular que começa pelo transverso do abdômen. Só que contrair o tal transverso não é fácil — e mais, cada um o ativa de um jeito diferente. O Stabilizer ajuda a detectar quando o músculo é exigido. a partir daí, basta repetir o movimento que deu certo até que ele seja automatizado.</p>
<p><strong>Causa ou consequência?</strong><br />Uma dor na coluna pode ser sinal ou fator de risco para uma série de chateações</p>
<p><strong>Quando ela é um aviso </strong><br />&#8220;Tumores de próstata, de pulmão ou de mama, ao entrarem em processo de metástase, podem acometer a coluna&#8221;, diz o cirurgião oncológico Ademar Lopes, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Nesses casos, uma das primeiras manifestações pode ser dor ao longo das vértebras. Infecções no pâncreas, pedras nos rins e até endometriose também podem gerar incômodo nas costas.</p>
<p>Uma dor que causa dor &#8220;Quando há uma hérnia de disco, por exemplo, o paciente costuma se entortar todo só para aliviar a sensação desagradável&#8221;, informa o ortopedista Moisés Cohen. Com o corpo desequilibrado, o menisco, cartilagem que reside no joelho, pode ser sobrecarregado e, aí, lesionar-se. Já o quadril fica mais exposto a inflamações como a bursite.</p>
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		<title>Ministério da Saúde lança portaria para qualificar Atenção Básica</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 16:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nótícias anteriores]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação inclui educação permanente, satisfação de usuário e cumprimento de metas Seguindo a diretriz de qualificar a gestão pública, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em julho, uma nova medida, dessa vez, voltada à atenção básica. Depois do decreto 7.508, de 28 de junho deste ano, que regulamenta as leis 8.080 e 8.142 e cria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ação inclui educação permanente, satisfação de usuário e cumprimento de metas</em></p>
<p>Seguindo a diretriz de qualificar a gestão pública, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em julho, uma nova medida, dessa vez, voltada à atenção básica. Depois do decreto 7.508, de 28 de junho deste ano, que regulamenta as leis <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm" target="_blank">8.080</a> e <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8142.htm" target="_blank">8.142</a> e cria contratos com metas para o Sistema Único de Saúde (SUS), foi publicada a <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1654_19_07_2011.html" target="_blank">Portaria 1.654</a>, de 19 de julho de 2011, que institui o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) e o Incentivo Financeiro do PMAQ-AB, denominado Componente da Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). Com objetivo de “induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade comparável”, o PMAQ-AB prevê a educação permanente das equipes de saúde, avaliação da satisfação do usuário, além de repasse financeiro mediante apresentação de resultados.</p>
<p>O PMAQ-AB foi dividido em quatro partes: Adesão e Contratualização, Desenvolvimento, Avaliação Externa e Recontratualização.A primeira etapa consiste na adesão das equipes de saúde da atenção básica e de saúde bucal, processo que será efetivado pelos municípios por meio de preenchimento de formulário eletrônico específico. O acordo deverá ser encaminhado ao Conselho Municipal de Saúde e à Comissão Intergestores Regional (CIR), com posterior homologação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB).</p>
<p>Integram o Desenvolvimento a autoavaliação, executada pela equipe de saúde, além do monitoramento das ações desenvolvidas, feito pelas secretarias municipal e estadual de Saúde e pelo MS, em parceria com a CIR. Destaca-se, nesta fase, a educação permanente, que, segundo a portaria, será feita por meio de ações dos gestores. A medida pretende ainda traçar o perfil dos profissionais, avaliando a formação e qualificação.</p>
<p>A terceira etapa, definida como Avaliação Externa, consiste na certificação do desempenho das equipes e da gestão da atenção básica. Coordenada de forma tripartite e realizada por instituições de ensino, vai avaliar a rede local de saúde, a qualidade da atenção do serviço, a satisfação do usuário, além de questões de gestão, como direitos trabalhistas. Municípios têm entre seis meses e dois anos para solicitar avaliação externa. Aqueles que descumprirem o prazo serão automaticamente descredenciados.</p>
<p>A última fase do PMAQ-AB é denominada Recontratualização, que se “caracteriza pela pactuação singular dos municípios com incremento de novos padrões e indicadores de qualidade, estimulando a institucionalização de um processo cíclico e sistemático a partir dos resultados verificados”. A recontratualização tem o objetivo de dar sequência ao monitoramento dos indicadores. </p>
<p>Médico pediatra e especialista em Saúde Pública, Gilson Carvalho destaca a avaliação do desempenho, inclusive como forma de transferência de recursos, e a verificação da satisfação dos usuários como pontos importantes da portaria.</p>
<p>“A inclusão do critério de avaliação da satisfação dos usuários é um avanço. Este deveria ser sempre um parâmetro de nossas avaliações, pois é a razão de ser de todos os serviços públicos. Não como fim, mas como meio de melhorarmos nossa abordagem”, pondera. </p>
<p><strong>Repasse financeiro</strong>A portaria institui ainda o  Componente de Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). O incentivo será transferido, fundo a fundo, apenas aos municípios que se inscreverem no PMAQ-AB e, no momento da adesão, está previsto o pagamento de 20% do valor integral do PAB Variável. O incremento do incentivo está condicionado aos resultados verificados nas fases dois, três e quatro (Desenvolvimento, Avaliação Externa e Recontratualização). De acordo com o Ministério da Saúde, municípios que não aderirem ao programa permanecem recebendo o PAB fixo e variável, conforme população e critérios relacionados à implantação da Estratégia Saúde da Família.</p>
<p> </p>
<p>Para a classificação que vai definir o valor a ser pago, os municípios serão divididos em estratos, e o desempenho de suas equipes será comparado à média e ao desvio-padrão das equipes do mesmo grupo. O repasse será feito da seguinte maneira, de acordo com a classificação do desempenho: “insatisfatório”, suspensão do repasse dos 20% e obrigatoriedade de celebração de termo de ajuste; “regular”, manutenção dos 20%; “bom” ampliação de 20% para 60% do PAB Variável; “ótimo”, ampliação de 20% para 100% do PAB Variável.</p>
<p>Em relação à classificação por estratos, Gilson aponta que é preciso atenção para não destinar mais recursos aos municípios mais bem estruturados. “A diversidade de realidades é mais um grande problema que temos no Brasil. Pode acontecer de o simples uso de média e desvio padrão não sejam suficientes, mesmo usados em estratos”, disse.</p>
<p><strong>Recursos para Atenção Básica</strong>No dia 9 de julho, durante abertura do 27º Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o ministro Alexandre Padilha assinou duas portarias aumentando de R$ 769 milhões para R$ 10,3 bilhões o orçamento destinado à atenção básica. A portaria 1.599/11 ajustou os valores de financiamento do Piso da Atenção Básica Variável – o chamado PAB variável – para equipes de Saúde da Família, de Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde, corrigindo a inflação de 2010. Já a portaria 1.602/11, redefine valores mínimos de repasse fundo a fundo do componente fixo do PAB. Divididos em quatro grupos, os municípios brasileiros passam a receber mais recursos de acordo com dois critérios: número de habitantes e pontuação. Variando de 0 a 10, esses pontos são dados às cidades de acordo com indicadores definidos pelo Departamento de Atenção Básica (DAB/SAS/MS): PIB per capita, densidade demográfica e percentual da população que assina plano de saúde; é beneficiada pelo programa Bolsa Família; e está em situação de extrema pobreza. O objetivo do  ranking é identificar aqueles municípios mais vulneráveis, detectados pela menor quantidade de pontos.</p>
<p> </p>
<p> Fonte: RETSUS</p>
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		<title>Brasil ajuda a pesquisar &#8216;superpílula&#8217; para doenças cardiovasculares</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Remédio promete substituir quatro outros medicamentos.Produto poderá sair por um quarto do custo atual de tratamento. Pesquisadores do Brasil e de seis outros países completaram com sucesso a primeira fase de testes de um remédio para prevenir doenças cardiovasculares, como informa reportagem do Jornal Nacional. O produto promete substituir quatro medicamentos para prevenir doenças cardiovasculares, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Remédio promete substituir quatro outros medicamentos.<br />Produto poderá sair por um quarto do custo atual de tratamento.</em></p>
<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/divulgação.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2536" title="divulgação" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/divulgação-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Pesquisadores do Brasil e de seis outros países completaram com sucesso a primeira fase de testes de um remédio para prevenir doenças cardiovasculares, como informa reportagem do <a href="http://www.g1.com.br/jornalnacional">Jornal Nacional</a>. O produto promete substituir quatro medicamentos para prevenir doenças cardiovasculares, a principal causa de mortes no país.</p>
<p>A superpílula combina um princípio ativo que evita o entupimento de artérias do coração, outro que baixa os níveis de colesterol no sangue e dois para reduzir a pressão. Segundo os pesquisadores, a novidade pode melhorar a vida de 30 milhões de pessoas.</p>
<p>Na primeira fase de testes, feita em sete países, 400 pacientes com risco de sofrerem infarto ou derrame experimentaram o remédio.</p>
<p>“Em todos esses países se viu uma redução de 60% no risco da pessoa sofrer um derrame ou infarto no futuro. E uma redução importante na pressão arterial, no colesterol, no risco da pessoa sofrer esse evento”, explicou o diretor de Pesquisas do Hospital do Coração, Otávio Berwanger.</p>
<p>Os resultados deixaram os pesquisadores esperançosos e eles já criaram uma nova versão do remédio, que começa a ser testada em breve no Brasil e em mais cinco países. Durante um ano e meio, 8 mil pessoas que já tiveram derrame ou infarto vão tomar o medicamento.</p>
<p>Só depois dessa nova pesquisa é que vai ser definida a produção em escala da pílula. Os cientistas já sabem que os efeitos colaterais são semelhantes aos do tratamento atual: sangramento, dor no estômago, dor de cabeça, náuseas.</p>
<p>Mas será bem mais econômico. Segundo o Ministério da Saúde, o novo remédio deve custar, por ano, R$ 205, um quarto do que os pacientes gastam hoje com medicamentos convencionais.</p>
<p>“Sendo positivo, os resultados e tem todas as indicações de que será positiva, em 2013, a gente já introduz ele dentro do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou o secretário Nacional de Ciência e Tecnologia, Carlos Gadelha.</p>
<p>Fonte: G1/globo</p>
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		<title>Etsal recebe visita técnica do Ministério da Saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 19:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Local]]></category>
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		<description><![CDATA[A ETSAL recebeu, em 22/06, a visita das técnicas Andréia Silva e Eliane Boechat, do Ministério da Saúde, a fim de inspecionar a utilização dos equipamentos recebidos pela Escola Técnica. A visita foi acompanhada pela Profa. Dra. Francisca Rosalina Leite Mota, Coordenadora do Núcleo de Telemedicina e Telessaúde, do HUPAA/UFAL, interveniente da distribuição dos equipamentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DSC07412.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2531" title="Divulgação" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DSC07412-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A ETSAL recebeu, em 22/06, a visita das técnicas Andréia Silva e Eliane Boechat, do Ministério da Saúde, a fim de inspecionar a utilização dos equipamentos recebidos pela Escola Técnica. A visita foi acompanhada pela Profa. Dra. Francisca Rosalina Leite Mota, Coordenadora do Núcleo de Telemedicina e Telessaúde, do HUPAA/UFAL, interveniente da distribuição dos equipamentos. Realizada a visita, concluíram que os equipamentos estavam em plena conservação, atendendo aos objetivos propostos.</p>
<p>Fonte: Etsal em 22/06/2011</p>
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		<title>Etsal participa de Oficina que discute a estrutura curricular do Curso Técnico de Vigilância em Saúde</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 20:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[2011]]></category>
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		<description><![CDATA[A Coordenadora do Curso de vigilância em saúde da ETSAL, Tânia Kátia G. de Araújo e a Pedagoga Ana Alice, mais os representantes das 28 Escolas Técnicas do Sistema Único de Saúde (ETSUS) participaram, de 23 a 27 de maio, de uma oficina para discutir a estrutura e a organização curricular do curso técnico em Vigilância em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/oficina.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2525" title="oficina" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/oficina-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A Coordenadora do Curso de vigilância em saúde da ETSAL, Tânia Kátia G. de Araújo e a Pedagoga Ana Alice, mais os representantes das 28 Escolas Técnicas do Sistema Único de Saúde (ETSUS) participaram, de 23 a 27 de maio, de uma oficina para discutir a estrutura e a organização curricular do curso técnico em Vigilância em Saúde dentro do Programa de Formação de Profissionais de Nível Médio para a Saúde (Profaps). A reunião foi realizada na Escola <a title="Portal da Fiocruz" href="http://www.epsjv.fiocruz.br/index.php" target="_blank">Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV)</a>, que coordena a área de Vigilância em Saúde do Profaps. “A oficina teve como objetivos indicar a estrutura e a organização operacional do plano de curso técnico em Vigilância em Saúde tendo como perspectiva atender às resoluções da educação e às diretrizes e orientações curriculares para a formação estabelecida pelo Ministério da Saúde”, explicou Mônica Durães, que coordenou a oficina e é consultora técnica do Departamento de Gestão da Educação na Saúde (Deges) da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde.</p>
<p>Durante o encontro, as escolas que já possuem planos de curso apresentaram seus projetos. Aquelas que ainda não têm o plano concluído aproveitaram para trocar experiências com as outras escolas. “Trabalhamos a organização curricular dos cursos em seus diversos aspectos. Algumas ETSUS já irão oferecer o curso a partir do segundo semestre deste ano”, disse Mônica.</p>
<p>De acordo com Mônica, a equipe do Deges vai avaliar os resultados dessa primeira oficina para definir qual será a próxima etapa do trabalho de construção coletiva dos cursos. “A oficina foi muito produtiva. Conseguimos entender o processo de cada escola na elaboração dos cursos, discutimos a organização curricular dos cursos e trabalhamos no que precisa ser ajustado”, disse Mônica.</p>
<p>Como etapas anteriores desse trabalho, foram elaborados, em 2010, o mapa de competências (eixos, habilidades e conhecimentos necessários para a área) e as guias curriculares (carga horária, público-alvo, perfil e estrutura dos cursos). Também no ano passado, as ETSUS apresentaram projetos de seus cursos e foram realizadas três oficinas regionais com as escolas para discutir de forma mais ampla o Profaps e as quatro áreas prioritárias definidas pelo Ministério da Saúde &#8211; Vigilância em Saúde, Citopatologia, Hemoterapia e Radiologia.</p>
<p><strong>Profaps<br /></strong><br />O Profaps é uma proposta do Ministério da Saúde para ampliar a perspectiva de educação permanente iniciada com o Profae (Programa de Formação Profissional em Enfermagem), que foi voltado para a profissionalização apenas dos trabalhadores de enfermagem. O Profaps foi criado em dezembro de 2009, com uma verba inicial de R$ 5 milhões.</p>
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		<title>Conselho de Ética abre processo disciplinar contra Jair Bolsonaro</title>
		<link>http://etsal.com.br/2011/06/conselho-de-etica-abre-processo-disciplinar-contra-jair-bolsonaro/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 19:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Deputado do PP é citado por suposta prática de racismo e homofobia.Representação oi apresentada pelo PSOL e pede cassação do mandato. O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados abriu nesta quarta-feira (15) processo disciplinar para apurar suposta prática de racismo e homofobia por parte do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). A representação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deputado do PP é citado por suposta prática de racismo e homofobia.</em><br /><em>Representação oi apresentada pelo PSOL e pede cassação do mandato.</em></p>
<p><img class="alignnone" title="Briga" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/briga.jpg" alt="" />O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados abriu nesta quarta-feira (15) processo disciplinar para apurar suposta prática de racismo e homofobia por parte do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).</p>
<p>A representação, apresentada pelo PSOL, pede a cassação do mandato de Bolsonaro e se refere a declarações prestadas pelo parlamentar em um programa de televisão e também a um <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/05/tu-deveria-ir-pra-cadeia-diz-senadora-bolsonaro.html">desentendimento com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA)</a>.</p>
<p>O relator do processo no colegiado é o <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/06/relator-do-processo-de-bolsonaro-no-conselho-de-etica-e-definido.html">deputado Sérgio Brito (PSC-BA)</a>. Ele assumiu o posto evitando se manifestar sobre o mérito das acusações que pesam sobre Bolsonaro.</p>
<p>Brito afirmou que irá apresentar seu relatório preliminar do caso até o final de junho. Depois da apresentação do relatório, Bolsonaro terá prazo de cinco dias úteis para apresentar sua defesa.</p>
<p>Apesar de a representação protocolada pelo PSOL em maio pedir a perda do mandato de Bolsonaro, o relator poderá recomendar penas intermediárias como a censura verbal ou escrita e até a suspensão temporária por até seis meses.</p>
<p><strong>Mudanças</strong><br />O processo deve ser o primeiro a ser julgado após a mudança do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Casa, que agora permite que os pedidos de cassação que tramitam contra deputados possam receber penas alternativas como suspensão, censura verbal ou escrita.</p>
<p>No dia 26 de maio, a Câmara aprovou proposta que modificou o Código de Ética e Decoro Parlamentar da Casa. Uma das modificações “autoriza o Conselho a concluir pela procedência total ou parcial da representação que apreciar, ou de sua improcedência, admitindo, nos dois primeiros casos, a aplicação da pena originalmente indicada na representação ou a cominação da pena mais grave ou mais leve, conforme a natureza e gravidade da conduta, com base nos fatos efetivamente apurados no processo”.</p>
<p>Além de flexibilizar o julgamento de pedidos de cassação no Conselho de Ética, as novas regras ampliam de 15 para 21 o número de integrantes do colegiado, mudam os prazos para apresentação de recursos de cinco sessões ordinárias para 10 dias úteis e ampliam de 30 dias para seis meses a pena de suspensão temporária para parlamentares condenados pelo colegiado.</p>
<p><strong>Programa</strong><br />No programa &#8220;CQC&#8221;, da TV Bandeirantes, exibido no fim de março, <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/03/deputado-associa-na-tv-namoro-com-negras-promiscuidade.html">Bolsonaro afirmou que não discutiria &#8220;promiscuidade&#8221;</a> ao ser questionado pela cantora Preta Gil, sobre como reagiria caso o filho namorasse uma mulher negra.</p>
<p>A pergunta, previamente gravada, foi apresentada no quadro do programa intitulado &#8220;O povo quer saber&#8221;: &#8220;Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?&#8221; Bolsonaro respondeu: &#8220;Preta, não vou discutir promiscuidade com quer que seja. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu.&#8221;</p>
<p>“O que eu entendi ali da Preta Gil, por Deus que está no céu, era como eu reagiria no caso do meu filho tivesse um relacionamento com um gay. Foi isso que eu entendi”, explicou o deputado, em entrevista no Palácio do Planalto.</p>
<p><strong>Bate-boca com senadora</strong><br />Em maio, durante análise sobre projeto que prevê punições para discriminação de homossexuais, Bolsonaro tentou exibir um panfleto “antigay” atrás da senadora Marta Suplicy (PT-SP) durante a entrevista que a parlamentar, relatora da matéria, concedia no corredor das comissões do Senado.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/05/tu-deveria-ir-pra-cadeia-diz-senadora-bolsonaro.html">A atitude de Bolsonaro irritou a senadora Marinor Brito</a>, que iniciou a confusão dando um tapa nas mãos do deputado do PP, na tentativa de arrancar o panfleto exibido por ele.</p>
<p>“Tira isso daqui, rapaz. Me respeita!”, advertiu Marinor, batendo no panfleto de Bolsonaro. “Bata no meu aqui. Vai me bater?”, respondeu Bolsonaro. “Eu bato! Vai me bater?”, rebateu Marinor. “Depois dizem que não tem homofóbico aqui. Tu és homofóbico. Tu deveria ir pra cadeia! Tu deveria ir pra cadeia! Tira isso daqui. Homofóbico, criminoso, criminoso, tira isso daqui, respeita!”, prosseguiu a senadora do PSOL.</p>
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		<title>Profissionais de saúde estão proibidos de usar jaleco fora do hospital em SP</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 16:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A lei acaba de entrar em vigor. A principal preocupação é com as infecções. O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo diz que a lei apenas reforça uma exigência do Ministério da Saúde, que existe desde 2005.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P>A lei acaba de entrar em vigor. A principal preocupação é com as infecções. O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo diz que a lei apenas reforça uma exigência do Ministério da Saúde, que existe desde 2005.</P><br />
<P><EMBED height=392 type=application/x-shockwave-flash width=480 src=http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf mce_src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" quality="high" flashvars="midiaId=1534564&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392"></EMBED></P></p>
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