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	<title>Etsal - Escola Técnica de Saúde Profª Valéria Hora &#187; Mundial</title>
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		<title>O perigo dos derrames silenciosos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 18:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 245px"><img title="Exames são primordiais." src="http://saude.abril.com.br/imagens/0313/medicina-escolha-medico-01.jpg" alt="" width="235" height="270" /><p class="wp-caption-text">Exames são primordiais.</p></div>
<p>A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é obstruída e para de irrigar um grupo de neurônios, que, sem combustível, sucumbe. A princípio, o indivíduo nem se dá conta de um derrame que, como a falta de sintomas indica, é silencioso. Mesmo assim, ninguém deve julgar seu estrago inofensivo. Aos poucos, esse tipo de acidente vascular cerebral (AVC), como os médicos denominam o problema, semeia a discórdia no cérebro, podando funções cognitivas como o raciocínio.</p>
<p>“Ele é de cinco a dez vezes mais frequente que os derrames que apresentam sinais e sequelas na hora”, chama a atenção o neurologista Vladimir Hachinski, editor-chefe da revista científica Stroke, da Associação Americana de Derrames, que, agora, joga os holofotes sobre a versão silenciosa do mal para alertar a população e os profissionais de saúde a respeito desse perigo — mensagem que, sem dúvida, também é válida para o Brasil.</p>
<p>“Os AVCs silenciosos costumam ser desprovidos de sintomas porque não atingem regiões estratégicas do cérebro”, esclarece o neurologista Alexandre Pieri, do <a href="http://www.einstein.br/Paginas/Principal.aspx" target="_blank">Hospital Israelita Albert Einstein</a>, em São Paulo. “As áreas danificadas não estão envolvidas com as funções sensorial e motora”, completa seu colega Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo. Com o tempo, porém, as lesões podem se multiplicar. Ocorre uma aqui, outra acolá, e assim por diante. “Daí, com o passar dos anos, parte do cérebro fica parecida com um queijo suíço”, compara Coimbra.</p>
<p>O que, afinal, faz florescer esse fenômeno lento e progressivo? “A pressão alta, o diabete, o colesterol elevado, o abuso do álcool e o tabagismo”, dá Pieri a lista dos vilões. O próprio envelhecimento tem lá sua culpa. “Um estudo americano aponta que um em cada dez idosos já sofreu um AVC silencioso”, conta o neurologista Jefferson Fernandes, do <a href="http://www.hmv.org.br/content/iep/latosensu.aspx?unidId=1" target="_blank">Hospital Moinhos de Vento</a>, em Porto Alegre. No fundo, são os mesmos fatores que plantam um derrame avassalador. “Além disso, muitas vezes os próprios episódios silenciosos recorrentes predizem um AVC mais grave”, lembra Pieri.</p>
<p>Para Hachinski, o problema não é tão sigiloso quanto parece ser. “Ele pode alterar a capacidade de o indivíduo se concentrar e se organizar”, diz. Dessa forma, uma avaliação minuciosa com o neurologista abriria o caminho para surpreendê-los. O dilema é que, muito antes de haver uma devastação nos neurônios, o paciente não nota nem se queixa de nada — e a doença acaba passando despercebida até pelo médico. “Às vezes o diagnóstico é feito por acaso. O indivíduo tem uma dor de cabeça não relacionada ao problema e, na hora de realizar um exame de imagem, descobrem- se as lesões”, relata Fernandes.</p>
<p>O alarme disparado pela Associação Americana de Derrames pretende fazer com que o AVC sem sintomas imediatos deixe de ser tão negligenciado. “É preciso mais atenção com esse problema que pode começar antes do que pensávamos e cujos fatores de risco necessitam ser controlados ainda mais cedo, desde a juventude”, diz o professor Hachinski. Nem todo mundo, é claro, precisa correr ao consultório do neurologista e cobrar uma ressonância magnética, o exame de imagem que flagra os pequenos derrames espalhados na massa cinzenta. O cérebro só deve ser investigado quando não há queixa aparente em quem convive com a pressão arterial nas alturas ou tem um diabete duro na queda, por exemplo. Nesses casos, o especialista checa se há ou não rastros dos microAVCs.</p>
<p>O ataque silencioso ao cérebro deve ser desarmado quanto antes. Do contrário, a permanente poda de pencas e pencas de neurônios propicia o que os cientistas chamam de comprometimento cognitivo vascular. “Nesse quadro, o indivíduo passa a responder mais lentamente a estímulos, tem dificuldade para prestar atenção e perde a capacidade de planejamento”, explica o neurologista Paulo Caramelli, da <a href="http://www.ufmg.br/" target="_blank">Universidade Federal de Minas Gerais</a>. Em algumas situações, as múltiplas lesões geram até mesmo mudanças de comportamento. “A pessoa fica apática, não tem mais iniciativa”, diz Caramelli. A boa notícia é que, ainda nesse estágio, uma aliança entre assistência médica, remédios e mudanças de hábitos pode frear o déficit cognitivo, prevenindo novas lesões.</p>
<p>O perigo é tudo isso passar batido e a somatória de pequenos AVCs desencadear a temida demência vascular. Daí, sim, fica quase impossível reverter a situação, já que o cérebro não conseguirá compensar a perda de tantas células. O que, então, determina o tamanho do estrago? “A extensão das lesões e as regiões que foram acometidas por elas”, responde Jefferson Fernandes. Mas lembre-se: felizmente nada acontece da noite para o dia. Há como agir antes que a cabeça fique inoperante. A respeitada revista médica Stroke já sentenciou: “O derrame é uma catástrofe que pode ser prevenida e remediada”. Independentemente de ser vítima ou não de um AVC silencioso, saiba que dá para assegurar a integridade do cérebro. Se você preza por uma mente saudável e faz o que está ao seu alcance para cuidar dela, são grandes as chances de nunca colher um derrame — barulhento ou não.</p>
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		<title>Câncer de mama, A defesa está em suas mãos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários Quando o câncer é recorrente na família, está mais do que justificada a angústia de rastreá-lo com rigor e frequência, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários</em></p>
<p><img class="alignleft" title="Toque da mama." src="http://saude.abril.com.br/imagens/0334/mulher-cancer-mama.jpg" alt="" width="241" height="210" />Quando o câncer é recorrente na família, está mais do que justificada a angústia de rastreá-lo com rigor e frequência, a fim de se resguardar de um perigo iminente. “Mutações em genes supressores de tumor, como o BRCA1 e o BRCA2, elevam em até 60% o risco de desenvolver o problema no decorrer da vida”, alerta o ginecologista Afonso Nazário, da Universidade Federal de São Paulo. Mas paira a dúvida: entre as mulheres que nunca conviveram com o tumor em casa, quantas se dedicam com afinco a proteger suas mamas? Nosso recado de prevenção é especialmente dedicado a esse nicho feminino, que muitas vezes nem se dá conta da ameaça. “Em oito de cada dez casos — ou seja, a maioria absoluta —, o tumor é o que chamamos de esporádico, ou seja, não tem relação alguma com antecedentes familiares”, alerta o oncologista Ronaldo Corrêa, do Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Já que o destino das glândulas depende, principalmente, dos hábitos de todo dia, cientistas mundo afora se esforçam para desvendar quais deles induzem e quais dificultam a eclosão da enfermidade. Começam a surgir revelações surpreendentes: a vitamina D, das castanhas e dos peixes, produzida pra valer quando tomamos sol, teria efeito protetor contra o câncer mamário. A descoberta é do epidemiologista francês Pierre Engel, do Instituto Gustave Roussy, que, durante uma década, analisou dados referentes a mais de 67 mil mulheres. “A forma ativa da vitamina, o calcitriol, regula o ciclo das células da mama, inibindo sua proliferação desordenada”, explica Engel a SAÚDE!.</p>
<p>Não à toa, a probabilidade de manifestar o nódulo maligno foi 32% menor em quem aliava o consumo do nutriente a banhos de sol regulares. Fica a dica: sair ao ar livre com braços e pernas descobertos por 15 minutos diariamente. Mas essa é apenas uma sugestão de uma lista de atitudes preventivas. O combate à barriga volumosa merece destaque, por seu potencial de destrambelhar as glândulas mamárias. “A adesão ao pacote de exercícios, alimentação balanceada e controle de peso já reduz em 28% o risco de câncer de mama”, garante Corrêa.</p>
<p>Se fosse necessário apontar um culpado pelos tumores de mama, certamente a dupla de hormônios femininos estrogênio e progesterona estaria no banco dos réus. “Essas substâncias agem nos receptores das células mamárias, induzindo sua proliferação”, explica Nazário. Obviamente, quanto maior o estímulo, maior a oportunidade para que essas unidades comecem a se multiplicar indiscriminadamente. Esse raciocínio explica por que as mudanças no planejamento familiar ao longo dos anos colaboraram com o aumento paulatino na incidência do tumor. “Devido à conquista do mercado de trabalho, a mulher de hoje decidiu diminuir a prole e deixou para engravidar em idade mais avançada”, reflete Nazário. Isso faz com que ela tenha mais ciclos menstruais durante a vida, ampliando a exposição hormonal. Pelo mesmo motivo, a menarca precoce e a menopausa tardia, após os 50 anos, entram no rol dos fatores de risco.</p>
<p>Mas, se é inviável controlar esses aspectos socioculturais e biológicos, o jeito é incentivar a reversão de costumes negativos e o investimento nos positivos. A intenção segue a mesma: reduzir o aporte de hormônios nas glândulas e manter o funcionamento dos genes em equilíbrio, garantindo que as células se repliquem em harmonia.</p>
<p>Fonte: Revista saúde.</p>
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		<title>Guia das costas sem dor</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar O dia a dia das vértebras não é fácil: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><img title="Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna" src="http://saude.abril.com.br/imagens/0338/guia-costas.jpg" alt="" width="230" height="270" /><p class="wp-caption-text">Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna</p></div>
<p>O dia a dia das vértebras não é fácil: elas precisam sustentar o tronco e ainda se dobrar aos nossos desejos, por mais triviais que eles sejam. Para piorar, tamanha labuta geralmente é recompensada com falta de consideração — afinal, quantas pessoas se preocupam, nas suas próprias tarefas, em não forçar esse conjunto de ossos? E a união entre sobrecarga e descaso costuma ter apenas um desfecho: reclamação. &#8220;A quantidade de indivíduos com dor de coluna é enorme. Estamos falando da maior causa de falta ao trabalho do mundo inteiro&#8221;, enfatiza o ortopedista Elcio Landim, da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.</p>
<p>Com o intuito de assegurar o direito à saúde da espinha dorsal, a Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna elaborou um novo guia que visa corrigir posturas do nosso cotidiano, como sentar-se em frente ao computador e até escovar os dentes. &#8220;Pequenas mudanças, somadas, minimizam significativamente o risco de lombalgias e hérnias de disco&#8221;, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta e presidente da instituição.</p>
<p>&#8220;A adoção de posições corretas e a prática de atividade física são os dois fatores que mais protegem as costas&#8221;, corrobora Júlio Cerca Serrão, coordenador do Laboratório de Biomecânica da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. A partir de agora, você verá como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna.</p>
<p><strong>80%</strong> das pessoas ao redor do globo já tiveram ou terão, ao longo da vida, ao menos um episódio de dor intensa na coluna</p>
<p><strong>5,3 </strong>milhões de brasileiros sofrem com a hérnia de disco</p>
<p><strong>13%</strong> das consultas médicas são decorrentes de incômodos na região lombar</p>
<p><strong>O novo aliado da coluna</strong><br />Um aparelho americano faz o próprio corpo aprender a preservar as costas de maneira eficaz</p>
<p>Seu nome, Stabilizer, já sugere o que ele faz. apesar de simples — trata-se de uma almofada especial colocada na região lombar durante a fisioterapia —, o equipamento ensina o corpo a contrair os músculos multífidos, localizados ao longo das vértebras. Treinada, essa musculatura é capaz de manter a espinha alinhada e de amortecer impactos. Só para citar um caso, pesquisadores australianos descobriram que quase todos os indivíduos com hérnia de disco tinham esses auxiliares da coluna atrofiados. &#8220;após algumas sessões, a pessoa não precisa mais do Stabilizer. ele passa a utilizar os multífidos em todas as situações do dia a dia, o que incrementa a proteção da área lombar&#8221;, afirma o fisioterapeuta Helder montenegro.</p>
<p><strong>Como funciona</strong><br />Ele faz as costas aguentarem as exigências do cotidiano</p>
<p>Os multífidos são músculos profundos. para acioná-los, é preciso estimular uma cadeia muscular que começa pelo transverso do abdômen. Só que contrair o tal transverso não é fácil — e mais, cada um o ativa de um jeito diferente. O Stabilizer ajuda a detectar quando o músculo é exigido. a partir daí, basta repetir o movimento que deu certo até que ele seja automatizado.</p>
<p><strong>Causa ou consequência?</strong><br />Uma dor na coluna pode ser sinal ou fator de risco para uma série de chateações</p>
<p><strong>Quando ela é um aviso </strong><br />&#8220;Tumores de próstata, de pulmão ou de mama, ao entrarem em processo de metástase, podem acometer a coluna&#8221;, diz o cirurgião oncológico Ademar Lopes, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Nesses casos, uma das primeiras manifestações pode ser dor ao longo das vértebras. Infecções no pâncreas, pedras nos rins e até endometriose também podem gerar incômodo nas costas.</p>
<p>Uma dor que causa dor &#8220;Quando há uma hérnia de disco, por exemplo, o paciente costuma se entortar todo só para aliviar a sensação desagradável&#8221;, informa o ortopedista Moisés Cohen. Com o corpo desequilibrado, o menisco, cartilagem que reside no joelho, pode ser sobrecarregado e, aí, lesionar-se. Já o quadril fica mais exposto a inflamações como a bursite.</p>
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		<title>Sorteios de cirurgias plásticas geram polêmica na Grã-Bretanha</title>
		<link>http://etsal.com.br/2011/06/sorteios-de-cirurgias-plasticas-geram-polemica-na-gra-bretanha/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Associações pedem proibições de competições e promoções que dão operações como prêmio; organizadores defendem a prática. A oferta de cirurgias plásticas por meio de sorteios, competições e promoções vem causando polêmica na Grã-Bretanha. Entidades como a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps, na sigla em inglês) estão pedindo a proibição de sorteios para cirurgia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Associações pedem proibições de competições e promoções que dão operações como prêmio; organizadores defendem a prática.</em></p>
<p><div id="attachment_2550" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cirurgiaplasticasorteio1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2550" title="cirurgiaplasticasorteio1" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cirurgiaplasticasorteio1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Sarah Burge, autointitulada &#39;Barbie da vida real&#39;.</p></div>
<p>A oferta de cirurgias plásticas por meio de sorteios, competições e promoções vem causando polêmica na Grã-Bretanha.</p>
<p>Entidades como a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps, na sigla em inglês) estão pedindo a proibição de sorteios para cirurgia cosmética como aumento de seios, facelift e aplicação de botox.</p>
<p>Segundo elas, as promoções com cirurgias como prêmio vêm se tornando mais populares, particularmente nos últimos três meses. Além de sorteios, as cirurgias estariam sendo oferecidas como prêmio em programas de fidelidade, pacotes de serviços para divorciados, competições de revistas e em sites de ofertas.</p>
<p>Para os especialistas, a propaganda de cirurgias cosméticas nesse nível pode levar os jovens a querer tratamentos dos quais não necessitam.</p>
<p><strong>Megaevento</strong><br />O pedido de proibição das promoções de cirurgias ocorre poucos dias após um megaevento em Londres no qual os participantes pagavam 25 libras (cerca de R$ 64) para participarem de um sorteio de um crédito de 4 mil libras (R$ 10,2 mil) para pagar uma cirurgia plástica à escolha.</p>
<p>O evento foi organizado por um clube noturno de Londres e foi patrocinado por uma empresa de cirurgias cosméticas. Além do prêmio principal, também foram sorteadas lipoesculturas e maquiagens permanentes.</p>
<div><strong>saiba mais</strong>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/09/cirurgia-plastica-se-torna-febre-entre-brasileiros-mas-ha-riscos.html">Cirurgia plástica se torna febre entre brasileiros, mas há riscos</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/11/irmas-gemeas-fazem-cirurgia-plastica-no-mesmo-dia-no-reino-unido.html">Gêmeas fazem cirurgia plástica no mesmo dia no Reino Unido</a></li>
</ul>
</div>
<p>Autopromovida como &#8220;a Barbie da vida real&#8221;, a britânica Sarah Burge, de 50 anos, foi uma das promotoras do evento. Segundo ela, as promoções não são perigosas.</p>
<p>&#8220;Começamos esses sorteios após anos de pesquisas&#8221;, afirma. &#8220;Sabemos que há dezenas de milhares de pessoas que querem mudar sua aparência.&#8221;</p>
<p>&#8220;Não é apenas uma questão de ter um nariz grande ou querer novos peitos. Isso tem relação com pessoas que vivem com faces desfiguradas, pacientes de mastectomia (retirada das mamas) e outros com deformidades e que querem sua dignidade de volta&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>&#8220;Decisão informada&#8221;</strong><br />Mas Sally Taber, diretora da organização não governamental IHAS, que oferece consultoria independente a empresas do setor de saúde, critica esse tipo de sorteio. &#8220;Eles estão atraindo pessoas a realizar cirurgias cosméticas que nunca tinham nem pensado nisso antes&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;É importante que as pessoas tomem uma decisão informada em um ambiente adequado. Uma festa não é um ambiente adequado&#8221;, diz. &#8220;Eles deveriam ser proibidos de anunciar assim.&#8221;</p>
<p>Para a cirurgiã Jackie Lewis, da Baaps, cirurgias cosméticas não deveriam ser oferecidas como prêmio em sorteios. &#8220;Isso não é algo que possa ser trivializado&#8221;, afirma.</p>
<p>&#8220;Se você vai se submeter a um procedimento que é irreversível e com consequências por toda a vida, recomendamos que você antes pense sobre isso cuidadosamente&#8221;, afirma.</p>
<p>Mas Beryl Atkins, dona da empresa Transpire Cosmetic Surgery, outro dos organizadores do evento em Londres, diz que seus cirurgiões &#8220;nunca operam de cara&#8221;. &#8220;Os vencedores têm ao menos duas semanas para pensar sobre isso, e fazemos consultas extensas&#8221;, afirma.</p>
<p>Fonte: G1/globo</p></p>
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		<title>Brasileiros foram os mais barrados nas fronteiras aéreas da UE</title>
		<link>http://etsal.com.br/2011/06/brasileiros-foram-os-mais-barrados-nas-fronteiras-aereas-da-ue/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo agência, 6.072 brasileiros tiveram entrada negada nos aeroportos do bloco em 2010, o equivalente a 12% do total. Os brasileiros são os estrangeiros que mais tiveram a entrada recusada nos aeroportos da União Europeia em 2010 e o sexto grupo com mais permanências ilegais detectadas. De acordo com a agência europeia de controle de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo agência, 6.072 brasileiros tiveram entrada negada nos aeroportos do bloco em 2010, o equivalente a 12% do total.</em></p>
<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110627072805_immigration_30.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2547" title="Divulgação" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110627072805_immigration_30-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Os brasileiros são os estrangeiros que mais tiveram a entrada recusada nos aeroportos da União Europeia em 2010 e o sexto grupo com mais permanências ilegais detectadas.</p>
<p>De acordo com a agência europeia de controle de fronteiras, Frontex, no ano passado 6.072 brasileiros foram barrados pelas autoridades europeias ao tentar entrar no bloco por via aérea, o equivalente a 12% do total de entradas recusadas.</p>
<p>Quase 30% dos casos envolvendo brasileiros ocorreram na Espanha, onde 1.813 pessoas foram enviadas de volta ao Brasil principalmente por não poder justificar o motivo da viagem ou as condições de estadia no país.</p>
<p>Os brasileiros também foram os mais barrados nos aeroportos da França em 2010, com 673 casos.</p>
<p><strong>Queda</strong><br />O Brasil mantém a primeira posição entre as entradas negadas nos aeroportos europeus desde que a Frontex começou a contabilizar o dado, em 2008, mas a agência destaca que o número de casos caiu 24% no ano passado em relação a 2009.</p>
<p>&#8216;A razão está relacionada à crise econômica. Com menos oportunidades de emprego, a UE se tornou um destino menos atrativo para os imigrantes. Por isso houve uma queda significativa no tráfego aéreo para a UE, inclusive a partir do Brasil&#8217;, explicou à BBC Brasil Izabella Cooper, porta-voz da Frontex.</p>
<p>Em segundo lugar, muito atrás do Brasil, estão os Estados Unidos, com 2.338 cidadãos barrados às portas da UE em 2010, o equivalente a 4,8% do total, seguidos de Nigéria, com 1.717 barrados, e China, com 1.610.</p>
<p>Apenas outros dois países latino-americanos estão entre as dez nacionalidades mais recusadas nas fronteiras aéreas europeias: Paraguai, em sexto lugar, com 1.495 entradas negadas, e Venezuela, em décimo, com 1.183.</p>
<p>De maneira geral, considerando também fronteiras terrestres e marítimas, os brasileiros foram a quarta nacionalidade mais recusada pela UE no ano passado, com 6.178 negativas, o equivalente a 5,7% do total.</p>
<p>Em primeiro lugar ficaram os ucranianos, que responderam por 17% do total, com 18.743 negativas, seguidos de russos, com 9.165 negativas, e sérvios, com 6.990.</p>
<p><strong>Ilegais detectados</strong><br />No ano passado a Frontex também detectou 13.369 brasileiros vivendo ilegalmente em algum país da EU, a maioria deles em Portugal, Espanha e França.</p>
<p>O número representa 3,8% do total de residentes ilegais identificados no bloco em 2010 e coloca o Brasil na sexta posição da lista, liderada por Marrocos, com 6,3% do total.</p>
<p>Na frente dos brasileiros também ficaram os cidadãos do Afeganistão, Albânia, Sérvia e Argélia.</p>
<p>Nenhum outro país da América Latina figura entre os dez primeiros entre as nacionalidades com mais ilegais detectados.</p>
<p>Fonte: G1/globo</p>
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		<title>Corpos do AF 447 serão identificados em 6 semanas, diz familiar de vítima</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 19:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[104 corpos resgatados no Atlântico chegarão à França nesta quinta-feira.Parentes pedem ação do Brasil para retirar vítimas restantes no mar. O governo francês informou nesta quarta-feira (15) aos familiares das vítimas da tragédia do voo 447 que os corpos retirados do mar na última fase das buscas deverão ser identificados em até seis semanas. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>104 corpos resgatados no Atlântico chegarão à França nesta quinta-feira.</em><br /><em>Parentes pedem ação do Brasil para retirar vítimas restantes no mar.</em></p>
<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/airfrance140.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1895" title="airfrance140" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/airfrance140.jpg" alt="" width="140" height="77" /></a>O governo francês informou nesta quarta-feira (15) aos familiares das vítimas da tragédia do voo 447 que os corpos retirados do mar na última fase das buscas deverão ser identificados em até seis semanas. A informação é do diretor executivo da associação de parentes das vítimas, Maarten Van Slyus, que participou nesta manhã em Paris de uma reunião com as autoridades francesas.</p>
<p>“Os 104 corpos retirados do mar chegarão ao Porto de Bayonne, no sudoeste da França, nesta quinta-feira (16). A polícia judiciária francesa irá recepcionar o navio e supervisionar a retirada do contêiner com os corpos, que virão para Paris. As peças do Airbus vão para Toulouse, onde serão analisadas”, disse Slyus ao <strong>G1.</strong></p>
<p>“O governo deu o prazo de seis semanas para confirmar a identificação dos corpos. Primeiro eles vão analisar todos e só depois vão divulgar quais foram identificados, não será feito a divulgação individual”, acrescentou.</p>
<p>No acidente da Air France, 228 pessoas de 32 nacionalidades morreram, em 1º de junho de 2009. Logo após a tragédia, 50 corpos foram retirados do mar. No encontro nesta manhã, além de familiares, participaram responsáveis pela polícia judiciária e investigativa francesa, a secretaria de Transportes da França, do Escritório de Investigação e Análises (BEA), que apura a tragédia, além de representantes da Airbus e Air France.</p>
<p><strong>Nova operação de resgate</strong><br />“Os corpos estão muito degradados e, ao contrário da primeira vez, não é possível a identificação visual. Das famílias européias, a polícia da França ainda tem guardado o material genético para comparação de DNA. Sobre as brasileiras, a França diz que pedirá à Polícia Federal o material que foi recolhido na época”, afirma Slyus.</p>
<p>Segundo ele, o Instituto de Investigação Criminal da Polícia Militar Nacional (IRCGN) prevê que seja necessário um novo recolhimento de amostras genéticas do material das 39 famílias brasileiras que ainda não receberam os corpos dos parentes. “Eles disseram que irão encaminhar ainda hoje um memorando à Polícia Federal do Brasil pedindo que, se for necessário, o recolhimento seja feito pelas autoridades brasileiras com apoio da Interpol”, afirma o familiar.</p>
<p>Os familiares dizem que irão pedir à presidente Dilma Roussef e ao Ministério da Defesa que seja feita uma operação sob coordenação do Brasil “para buscar os 78 corpos que ficaram no mar”. “Defendemos que todos os corpos sejam retirados de lá nas condições que tiverem. Se não for o Brasil, pediremos a um organismo internacional ou a uma empresa que busque os corpos. A França deu por encerrada a operação deles”, diz Slyus.</p>
<p>Sobre a investigação da tragédia, o BEA comunicou às famílias que irá divulgar no próximo dia 26 de junho o relatório parcial sobre o que provocou a queda do Airbus do voo 447.</p>
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		<title>Nuvem de cinzas de vulcão está quase dando a volta ao mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 17:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Material expelido pelo Puyehue deve voltar ao Chile no sábado.Nuvem está sobre Rapa Nui, capital da Ilha da Páscoa, no Pacífico. A nuvem de cinzas do vulcão Puyehue, localizado no sul do Chile, está prestes a completar a volta ao mundo, 12 dias após o início da erupção, avançando a cerca de 100 km/h, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Material expelido pelo Puyehue deve voltar ao Chile no sábado.</em><br /><em>Nuvem está sobre Rapa Nui, capital da Ilha da Páscoa, no Pacífico.</em></p>
<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/size_590_vulcao-puyehue.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1881" title="size_590_vulcao-puyehue" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/size_590_vulcao-puyehue.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A nuvem de cinzas do vulcão Puyehue, localizado no sul do Chile, está prestes a completar a volta ao mundo, 12 dias após o início da erupção, avançando a cerca de 100 km/h, para regressar ao Chile neste fim de semana, segundo especialistas.</p>
<p>&#8220;A nuvem já está em Rapa Nui e nos atingirá pelas costas no sábado, ou seja, retornará ao território continental chileno pelo Oceano Pacífico após seguir uma trajetória de oeste a leste&#8221;, disse Pablo Ortega, secretário-geral da Direção de Aeronáutica Civil.</p>
<p>Rapa Nui é a capital da Ilha de Páscoa, um território insular chileno localizado no Oceano Pacífico, a cerca de 3.500 km de distância do território continental do Chile.</p>
<p>De acordo com Ortega, a nuvem avança a uma velocidade de 100 km por hora, dependendo dos ventos, e por isso estima-se que entrará novamente em território continental chileno no sábado pela região de Aysén, vizinha ao local onde está o vulcão.</p>
<p>O Puyehue, localizado no Cordón-Caulle, começou sua erupção no sábado, 4 de junho. A direção dos ventos levou imediatamente a nuvem de cinzas em direção ao leste, para a cidade argentina de Bariloche, que ficou coberta com um manto de 40 cm de cinzas.</p>
<p>O avanço dos ventos levou a nuvem para Buenos Aires e Montevidéu, e, posteriormente, seguindo a rotação natural da Terra &#8211; de oeste a leste -, as cinzas chegaram à Austrália e Nova Zelândia, para dar a volta ao mundo e retornar ao seu ponto de partida nos próximos dias.</p>
<p>Segundo o último relatório do Serviço Nacional de Geologia e Mineração (Sernageomin), a atividade no vulcão mostrou nas últimas horas uma &#8220;instabilidade&#8221;, marcada pela oscilação na atividade sísmica e na altura da coluna de erupção, que subiu por mais de 9 km, após cair para cerca de 7 km nos dias anteriores.</p>
<p>A instabilidade levou o Sernageompin a advertir que &#8220;é possível que volte a apresentar um aumento na atividade eruptiva com episódios similares aos já ocorridos ou superiores em intensidade. Portanto, conserva o nível de alerta vulcânico em Nível 6: Vermelho/Erupção Moderada&#8221;.</p>
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		<title>Estudo sugere que azeite de oliva pode reduzir riscos de derrame</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 17:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa foi feita com 7.625 idosos a partir de 65 anos na França.Chance de AVC cai 41% quando produto é usado constantemente. Pessoas idosas que ingerem azeite de oliva correm menos risco de sofrer um derrame do que aqueles que não o fazem, sugeriu um estudo com mais de 7.000 franceses publicado nesta quarta-feira (15) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa foi feita com 7.625 idosos a partir de 65 anos na França.<br />Chance de AVC cai 41% quando produto é usado constantemente.</em></p>
<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/azeiteolivaderrame1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2331" title="azeite de oliva" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/azeiteolivaderrame1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Pessoas idosas que ingerem azeite de oliva correm menos risco de sofrer um derrame do que aqueles que não o fazem, sugeriu um estudo com mais de 7.000 franceses publicado nesta quarta-feira (15) nos Estados Unidos.</p>
<p>Pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica, em Bordeaux, França, acompanharam 7.625 pessoas de 65 anos de idade ou mais em três cidades &#8211; Bordeaux, Dijon e Montpellier &#8211; por um período de cinco anos.</p>
<p> Durante esse tempo, houve 148 derrames. Os indivíduos foram divididos em grupos de acordo com o seu consumo de azeite de oliva, indo daqueles que não consumiam nada àqueles que usavam o produto em molhos, em receitas e no pão.</p>
<p>Quando os pesquisadores levaram em consideração fatores como a massa corporal, atividades físicas e a dieta constataram que os consumidores &#8220;intensivos&#8221; de azeite de oliva tinham 41% menos risco de derrame comparados aos que nunca consumiam azeite.</p>
<p>&#8220;Nossa pesquisa sugere que uma nova série de recomendações de dieta precisa ser elaborada para prevenir derrames em pessoas de 65 anos ou mais&#8221;, disse a autora do estudo Cecilia Samieri.</p>
<p>&#8220;Os derrames são tão comuns em pessoas idosas e o azeite de oliva pode ser uma forma barata e fácil de ajudar a prevenir isso.&#8221; As descobertas foram publicadas no &#8220;Medical Journal of the American Academy of Neurology&#8221;.</p>
<p>Fonte: G1/Globo</p>
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