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	<title>Etsal - Escola Técnica de Saúde Profª Valéria Hora &#187; Notícias</title>
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		<title>Relação dos credenciados por município para Instrutores de Concentração e Dispersão.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 18:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Relação Instrutor de CONCENTRAÇÃO:  Relação Instrutor de DISPERSÃO:          * Os documentos acima encontram-se em formato PDF, se seu computador não tem instalado o programa que abre esse arquivos, você deverá baixar e instalar o software abaixo a sua escolha: Fox Reader Acrobat Reader]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Relação Instrutor de CONCENTRAÇÃO:  <a href="http://www.etsal.com.br/processo_seletivo/credenciamento_2011/resultado/concentracao.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2633" title="baixar" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/baixar.gif" alt="" width="36" height="46" /></a></li>
</ul>
<ul>
<li>Relação Instrutor de DISPERSÃO:          <a href="http://www.etsal.com.br/processo_seletivo/credenciamento_2011/resultado/dispersao.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2633" title="baixar" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/baixar.gif" alt="" width="36" height="46" /></a></li>
</ul>
<p>* Os documentos acima encontram-se em formato PDF, se seu computador não  tem instalado o programa que abre esse arquivos, você deverá baixar e  instalar o software abaixo a sua escolha:</p>
<p><a href="http://cdn01.foxitsoftware.com/pub/foxit/reader/desktop/win/5.x/5.1/enu/FoxitReader513.1201_enu_Setup.exe" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2654" title="foxreader" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/foxreader.jpg" alt="" width="50" height="38" /></a><br />
Fox Reader</p>
<p><a href="http://get.adobe.com/br/reader/download/?installer=Reader_10.1_Portuguese_for_Windows&amp;d=McAfee_Security_Scan_Plus&amp;os=Windows%207&amp;browser=Firefox" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2655" title="adobe" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/adobe.jpg" alt="" width="50" height="50" /></a><br />
Acrobat Reader</p>
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		<title>O perigo dos derrames silenciosos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 18:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>É assim, sem dar pistas nem deixar sequelas, que ocorre um derrame silencioso. Mas atenção: ele é muito mais comum do que se imagina e pode, com o tempo, comprometer a agilidade mental</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 245px"><img title="Exames são primordiais." src="http://saude.abril.com.br/imagens/0313/medicina-escolha-medico-01.jpg" alt="" width="235" height="270" /><p class="wp-caption-text">Exames são primordiais.</p></div>
<p>A ameaça não avisa que está chegando e passa despercebida pelo dono da cabeça em apuros. Na surdina, uma artéria minúscula é obstruída e para de irrigar um grupo de neurônios, que, sem combustível, sucumbe. A princípio, o indivíduo nem se dá conta de um derrame que, como a falta de sintomas indica, é silencioso. Mesmo assim, ninguém deve julgar seu estrago inofensivo. Aos poucos, esse tipo de acidente vascular cerebral (AVC), como os médicos denominam o problema, semeia a discórdia no cérebro, podando funções cognitivas como o raciocínio.</p>
<p>“Ele é de cinco a dez vezes mais frequente que os derrames que apresentam sinais e sequelas na hora”, chama a atenção o neurologista Vladimir Hachinski, editor-chefe da revista científica Stroke, da Associação Americana de Derrames, que, agora, joga os holofotes sobre a versão silenciosa do mal para alertar a população e os profissionais de saúde a respeito desse perigo — mensagem que, sem dúvida, também é válida para o Brasil.</p>
<p>“Os AVCs silenciosos costumam ser desprovidos de sintomas porque não atingem regiões estratégicas do cérebro”, esclarece o neurologista Alexandre Pieri, do <a href="http://www.einstein.br/Paginas/Principal.aspx" target="_blank">Hospital Israelita Albert Einstein</a>, em São Paulo. “As áreas danificadas não estão envolvidas com as funções sensorial e motora”, completa seu colega Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo. Com o tempo, porém, as lesões podem se multiplicar. Ocorre uma aqui, outra acolá, e assim por diante. “Daí, com o passar dos anos, parte do cérebro fica parecida com um queijo suíço”, compara Coimbra.</p>
<p>O que, afinal, faz florescer esse fenômeno lento e progressivo? “A pressão alta, o diabete, o colesterol elevado, o abuso do álcool e o tabagismo”, dá Pieri a lista dos vilões. O próprio envelhecimento tem lá sua culpa. “Um estudo americano aponta que um em cada dez idosos já sofreu um AVC silencioso”, conta o neurologista Jefferson Fernandes, do <a href="http://www.hmv.org.br/content/iep/latosensu.aspx?unidId=1" target="_blank">Hospital Moinhos de Vento</a>, em Porto Alegre. No fundo, são os mesmos fatores que plantam um derrame avassalador. “Além disso, muitas vezes os próprios episódios silenciosos recorrentes predizem um AVC mais grave”, lembra Pieri.</p>
<p>Para Hachinski, o problema não é tão sigiloso quanto parece ser. “Ele pode alterar a capacidade de o indivíduo se concentrar e se organizar”, diz. Dessa forma, uma avaliação minuciosa com o neurologista abriria o caminho para surpreendê-los. O dilema é que, muito antes de haver uma devastação nos neurônios, o paciente não nota nem se queixa de nada — e a doença acaba passando despercebida até pelo médico. “Às vezes o diagnóstico é feito por acaso. O indivíduo tem uma dor de cabeça não relacionada ao problema e, na hora de realizar um exame de imagem, descobrem- se as lesões”, relata Fernandes.</p>
<p>O alarme disparado pela Associação Americana de Derrames pretende fazer com que o AVC sem sintomas imediatos deixe de ser tão negligenciado. “É preciso mais atenção com esse problema que pode começar antes do que pensávamos e cujos fatores de risco necessitam ser controlados ainda mais cedo, desde a juventude”, diz o professor Hachinski. Nem todo mundo, é claro, precisa correr ao consultório do neurologista e cobrar uma ressonância magnética, o exame de imagem que flagra os pequenos derrames espalhados na massa cinzenta. O cérebro só deve ser investigado quando não há queixa aparente em quem convive com a pressão arterial nas alturas ou tem um diabete duro na queda, por exemplo. Nesses casos, o especialista checa se há ou não rastros dos microAVCs.</p>
<p>O ataque silencioso ao cérebro deve ser desarmado quanto antes. Do contrário, a permanente poda de pencas e pencas de neurônios propicia o que os cientistas chamam de comprometimento cognitivo vascular. “Nesse quadro, o indivíduo passa a responder mais lentamente a estímulos, tem dificuldade para prestar atenção e perde a capacidade de planejamento”, explica o neurologista Paulo Caramelli, da <a href="http://www.ufmg.br/" target="_blank">Universidade Federal de Minas Gerais</a>. Em algumas situações, as múltiplas lesões geram até mesmo mudanças de comportamento. “A pessoa fica apática, não tem mais iniciativa”, diz Caramelli. A boa notícia é que, ainda nesse estágio, uma aliança entre assistência médica, remédios e mudanças de hábitos pode frear o déficit cognitivo, prevenindo novas lesões.</p>
<p>O perigo é tudo isso passar batido e a somatória de pequenos AVCs desencadear a temida demência vascular. Daí, sim, fica quase impossível reverter a situação, já que o cérebro não conseguirá compensar a perda de tantas células. O que, então, determina o tamanho do estrago? “A extensão das lesões e as regiões que foram acometidas por elas”, responde Jefferson Fernandes. Mas lembre-se: felizmente nada acontece da noite para o dia. Há como agir antes que a cabeça fique inoperante. A respeitada revista médica Stroke já sentenciou: “O derrame é uma catástrofe que pode ser prevenida e remediada”. Independentemente de ser vítima ou não de um AVC silencioso, saiba que dá para assegurar a integridade do cérebro. Se você preza por uma mente saudável e faz o que está ao seu alcance para cuidar dela, são grandes as chances de nunca colher um derrame — barulhento ou não.</p>
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		<title>Câncer de mama, A defesa está em suas mãos</title>
		<link>http://etsal.com.br/2011/08/cancer-de-mama-a-defesa-esta-em-suas-maos/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários Quando o câncer é recorrente na família, está mais do que justificada a angústia de rastreá-lo com rigor e frequência, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários</em></p>
<p><img class="alignleft" title="Toque da mama." src="http://saude.abril.com.br/imagens/0334/mulher-cancer-mama.jpg" alt="" width="241" height="210" />Quando o câncer é recorrente na família, está mais do que justificada a angústia de rastreá-lo com rigor e frequência, a fim de se resguardar de um perigo iminente. “Mutações em genes supressores de tumor, como o BRCA1 e o BRCA2, elevam em até 60% o risco de desenvolver o problema no decorrer da vida”, alerta o ginecologista Afonso Nazário, da Universidade Federal de São Paulo. Mas paira a dúvida: entre as mulheres que nunca conviveram com o tumor em casa, quantas se dedicam com afinco a proteger suas mamas? Nosso recado de prevenção é especialmente dedicado a esse nicho feminino, que muitas vezes nem se dá conta da ameaça. “Em oito de cada dez casos — ou seja, a maioria absoluta —, o tumor é o que chamamos de esporádico, ou seja, não tem relação alguma com antecedentes familiares”, alerta o oncologista Ronaldo Corrêa, do Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Já que o destino das glândulas depende, principalmente, dos hábitos de todo dia, cientistas mundo afora se esforçam para desvendar quais deles induzem e quais dificultam a eclosão da enfermidade. Começam a surgir revelações surpreendentes: a vitamina D, das castanhas e dos peixes, produzida pra valer quando tomamos sol, teria efeito protetor contra o câncer mamário. A descoberta é do epidemiologista francês Pierre Engel, do Instituto Gustave Roussy, que, durante uma década, analisou dados referentes a mais de 67 mil mulheres. “A forma ativa da vitamina, o calcitriol, regula o ciclo das células da mama, inibindo sua proliferação desordenada”, explica Engel a SAÚDE!.</p>
<p>Não à toa, a probabilidade de manifestar o nódulo maligno foi 32% menor em quem aliava o consumo do nutriente a banhos de sol regulares. Fica a dica: sair ao ar livre com braços e pernas descobertos por 15 minutos diariamente. Mas essa é apenas uma sugestão de uma lista de atitudes preventivas. O combate à barriga volumosa merece destaque, por seu potencial de destrambelhar as glândulas mamárias. “A adesão ao pacote de exercícios, alimentação balanceada e controle de peso já reduz em 28% o risco de câncer de mama”, garante Corrêa.</p>
<p>Se fosse necessário apontar um culpado pelos tumores de mama, certamente a dupla de hormônios femininos estrogênio e progesterona estaria no banco dos réus. “Essas substâncias agem nos receptores das células mamárias, induzindo sua proliferação”, explica Nazário. Obviamente, quanto maior o estímulo, maior a oportunidade para que essas unidades comecem a se multiplicar indiscriminadamente. Esse raciocínio explica por que as mudanças no planejamento familiar ao longo dos anos colaboraram com o aumento paulatino na incidência do tumor. “Devido à conquista do mercado de trabalho, a mulher de hoje decidiu diminuir a prole e deixou para engravidar em idade mais avançada”, reflete Nazário. Isso faz com que ela tenha mais ciclos menstruais durante a vida, ampliando a exposição hormonal. Pelo mesmo motivo, a menarca precoce e a menopausa tardia, após os 50 anos, entram no rol dos fatores de risco.</p>
<p>Mas, se é inviável controlar esses aspectos socioculturais e biológicos, o jeito é incentivar a reversão de costumes negativos e o investimento nos positivos. A intenção segue a mesma: reduzir o aporte de hormônios nas glândulas e manter o funcionamento dos genes em equilíbrio, garantindo que as células se repliquem em harmonia.</p>
<p>Fonte: Revista saúde.</p>
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		<title>Guia das costas sem dor</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar O dia a dia das vértebras não é fácil: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da hora em que a gente acorda à que vai dormir, a coluna rala para manter o corpo ereto. Baseada em um novo manual, SAÚDE ensina como diminuir a carga de trabalho dessa estrutura e, assim, evitar uma aposentadoria precoce — dela e do seu bem-estar</em></p>
<p><div class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><img title="Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna" src="http://saude.abril.com.br/imagens/0338/guia-costas.jpg" alt="" width="230" height="270" /><p class="wp-caption-text">Como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna</p></div>
<p>O dia a dia das vértebras não é fácil: elas precisam sustentar o tronco e ainda se dobrar aos nossos desejos, por mais triviais que eles sejam. Para piorar, tamanha labuta geralmente é recompensada com falta de consideração — afinal, quantas pessoas se preocupam, nas suas próprias tarefas, em não forçar esse conjunto de ossos? E a união entre sobrecarga e descaso costuma ter apenas um desfecho: reclamação. &#8220;A quantidade de indivíduos com dor de coluna é enorme. Estamos falando da maior causa de falta ao trabalho do mundo inteiro&#8221;, enfatiza o ortopedista Elcio Landim, da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.</p>
<p>Com o intuito de assegurar o direito à saúde da espinha dorsal, a Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna elaborou um novo guia que visa corrigir posturas do nosso cotidiano, como sentar-se em frente ao computador e até escovar os dentes. &#8220;Pequenas mudanças, somadas, minimizam significativamente o risco de lombalgias e hérnias de disco&#8221;, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta e presidente da instituição.</p>
<p>&#8220;A adoção de posições corretas e a prática de atividade física são os dois fatores que mais protegem as costas&#8221;, corrobora Júlio Cerca Serrão, coordenador do Laboratório de Biomecânica da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. A partir de agora, você verá como passar alguns momentos do dia sem maltratar a coluna.</p>
<p><strong>80%</strong> das pessoas ao redor do globo já tiveram ou terão, ao longo da vida, ao menos um episódio de dor intensa na coluna</p>
<p><strong>5,3 </strong>milhões de brasileiros sofrem com a hérnia de disco</p>
<p><strong>13%</strong> das consultas médicas são decorrentes de incômodos na região lombar</p>
<p><strong>O novo aliado da coluna</strong><br />Um aparelho americano faz o próprio corpo aprender a preservar as costas de maneira eficaz</p>
<p>Seu nome, Stabilizer, já sugere o que ele faz. apesar de simples — trata-se de uma almofada especial colocada na região lombar durante a fisioterapia —, o equipamento ensina o corpo a contrair os músculos multífidos, localizados ao longo das vértebras. Treinada, essa musculatura é capaz de manter a espinha alinhada e de amortecer impactos. Só para citar um caso, pesquisadores australianos descobriram que quase todos os indivíduos com hérnia de disco tinham esses auxiliares da coluna atrofiados. &#8220;após algumas sessões, a pessoa não precisa mais do Stabilizer. ele passa a utilizar os multífidos em todas as situações do dia a dia, o que incrementa a proteção da área lombar&#8221;, afirma o fisioterapeuta Helder montenegro.</p>
<p><strong>Como funciona</strong><br />Ele faz as costas aguentarem as exigências do cotidiano</p>
<p>Os multífidos são músculos profundos. para acioná-los, é preciso estimular uma cadeia muscular que começa pelo transverso do abdômen. Só que contrair o tal transverso não é fácil — e mais, cada um o ativa de um jeito diferente. O Stabilizer ajuda a detectar quando o músculo é exigido. a partir daí, basta repetir o movimento que deu certo até que ele seja automatizado.</p>
<p><strong>Causa ou consequência?</strong><br />Uma dor na coluna pode ser sinal ou fator de risco para uma série de chateações</p>
<p><strong>Quando ela é um aviso </strong><br />&#8220;Tumores de próstata, de pulmão ou de mama, ao entrarem em processo de metástase, podem acometer a coluna&#8221;, diz o cirurgião oncológico Ademar Lopes, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Nesses casos, uma das primeiras manifestações pode ser dor ao longo das vértebras. Infecções no pâncreas, pedras nos rins e até endometriose também podem gerar incômodo nas costas.</p>
<p>Uma dor que causa dor &#8220;Quando há uma hérnia de disco, por exemplo, o paciente costuma se entortar todo só para aliviar a sensação desagradável&#8221;, informa o ortopedista Moisés Cohen. Com o corpo desequilibrado, o menisco, cartilagem que reside no joelho, pode ser sobrecarregado e, aí, lesionar-se. Já o quadril fica mais exposto a inflamações como a bursite.</p>
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		<title>Ministério da Saúde lança portaria para qualificar Atenção Básica</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 16:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nótícias anteriores]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação inclui educação permanente, satisfação de usuário e cumprimento de metas Seguindo a diretriz de qualificar a gestão pública, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em julho, uma nova medida, dessa vez, voltada à atenção básica. Depois do decreto 7.508, de 28 de junho deste ano, que regulamenta as leis 8.080 e 8.142 e cria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ação inclui educação permanente, satisfação de usuário e cumprimento de metas</em></p>
<p>Seguindo a diretriz de qualificar a gestão pública, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em julho, uma nova medida, dessa vez, voltada à atenção básica. Depois do decreto 7.508, de 28 de junho deste ano, que regulamenta as leis <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm" target="_blank">8.080</a> e <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8142.htm" target="_blank">8.142</a> e cria contratos com metas para o Sistema Único de Saúde (SUS), foi publicada a <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1654_19_07_2011.html" target="_blank">Portaria 1.654</a>, de 19 de julho de 2011, que institui o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) e o Incentivo Financeiro do PMAQ-AB, denominado Componente da Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). Com objetivo de “induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade comparável”, o PMAQ-AB prevê a educação permanente das equipes de saúde, avaliação da satisfação do usuário, além de repasse financeiro mediante apresentação de resultados.</p>
<p>O PMAQ-AB foi dividido em quatro partes: Adesão e Contratualização, Desenvolvimento, Avaliação Externa e Recontratualização.A primeira etapa consiste na adesão das equipes de saúde da atenção básica e de saúde bucal, processo que será efetivado pelos municípios por meio de preenchimento de formulário eletrônico específico. O acordo deverá ser encaminhado ao Conselho Municipal de Saúde e à Comissão Intergestores Regional (CIR), com posterior homologação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB).</p>
<p>Integram o Desenvolvimento a autoavaliação, executada pela equipe de saúde, além do monitoramento das ações desenvolvidas, feito pelas secretarias municipal e estadual de Saúde e pelo MS, em parceria com a CIR. Destaca-se, nesta fase, a educação permanente, que, segundo a portaria, será feita por meio de ações dos gestores. A medida pretende ainda traçar o perfil dos profissionais, avaliando a formação e qualificação.</p>
<p>A terceira etapa, definida como Avaliação Externa, consiste na certificação do desempenho das equipes e da gestão da atenção básica. Coordenada de forma tripartite e realizada por instituições de ensino, vai avaliar a rede local de saúde, a qualidade da atenção do serviço, a satisfação do usuário, além de questões de gestão, como direitos trabalhistas. Municípios têm entre seis meses e dois anos para solicitar avaliação externa. Aqueles que descumprirem o prazo serão automaticamente descredenciados.</p>
<p>A última fase do PMAQ-AB é denominada Recontratualização, que se “caracteriza pela pactuação singular dos municípios com incremento de novos padrões e indicadores de qualidade, estimulando a institucionalização de um processo cíclico e sistemático a partir dos resultados verificados”. A recontratualização tem o objetivo de dar sequência ao monitoramento dos indicadores. </p>
<p>Médico pediatra e especialista em Saúde Pública, Gilson Carvalho destaca a avaliação do desempenho, inclusive como forma de transferência de recursos, e a verificação da satisfação dos usuários como pontos importantes da portaria.</p>
<p>“A inclusão do critério de avaliação da satisfação dos usuários é um avanço. Este deveria ser sempre um parâmetro de nossas avaliações, pois é a razão de ser de todos os serviços públicos. Não como fim, mas como meio de melhorarmos nossa abordagem”, pondera. </p>
<p><strong>Repasse financeiro</strong>A portaria institui ainda o  Componente de Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). O incentivo será transferido, fundo a fundo, apenas aos municípios que se inscreverem no PMAQ-AB e, no momento da adesão, está previsto o pagamento de 20% do valor integral do PAB Variável. O incremento do incentivo está condicionado aos resultados verificados nas fases dois, três e quatro (Desenvolvimento, Avaliação Externa e Recontratualização). De acordo com o Ministério da Saúde, municípios que não aderirem ao programa permanecem recebendo o PAB fixo e variável, conforme população e critérios relacionados à implantação da Estratégia Saúde da Família.</p>
<p> </p>
<p>Para a classificação que vai definir o valor a ser pago, os municípios serão divididos em estratos, e o desempenho de suas equipes será comparado à média e ao desvio-padrão das equipes do mesmo grupo. O repasse será feito da seguinte maneira, de acordo com a classificação do desempenho: “insatisfatório”, suspensão do repasse dos 20% e obrigatoriedade de celebração de termo de ajuste; “regular”, manutenção dos 20%; “bom” ampliação de 20% para 60% do PAB Variável; “ótimo”, ampliação de 20% para 100% do PAB Variável.</p>
<p>Em relação à classificação por estratos, Gilson aponta que é preciso atenção para não destinar mais recursos aos municípios mais bem estruturados. “A diversidade de realidades é mais um grande problema que temos no Brasil. Pode acontecer de o simples uso de média e desvio padrão não sejam suficientes, mesmo usados em estratos”, disse.</p>
<p><strong>Recursos para Atenção Básica</strong>No dia 9 de julho, durante abertura do 27º Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o ministro Alexandre Padilha assinou duas portarias aumentando de R$ 769 milhões para R$ 10,3 bilhões o orçamento destinado à atenção básica. A portaria 1.599/11 ajustou os valores de financiamento do Piso da Atenção Básica Variável – o chamado PAB variável – para equipes de Saúde da Família, de Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde, corrigindo a inflação de 2010. Já a portaria 1.602/11, redefine valores mínimos de repasse fundo a fundo do componente fixo do PAB. Divididos em quatro grupos, os municípios brasileiros passam a receber mais recursos de acordo com dois critérios: número de habitantes e pontuação. Variando de 0 a 10, esses pontos são dados às cidades de acordo com indicadores definidos pelo Departamento de Atenção Básica (DAB/SAS/MS): PIB per capita, densidade demográfica e percentual da população que assina plano de saúde; é beneficiada pelo programa Bolsa Família; e está em situação de extrema pobreza. O objetivo do  ranking é identificar aqueles municípios mais vulneráveis, detectados pela menor quantidade de pontos.</p>
<p> </p>
<p> Fonte: RETSUS</p>
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		<title>SGTES promove reunião nacional das ETSUS</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 14:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Objetivo foi planejar o fortalecimento da RET-SUS para negociar plano com estados e municípios Tomando por base o questionamento: “Que escola somos e que escola queremos ser?”, representantes de 30 das 36 Escolas Técnicas do SUS (ETSUS) participaram, nos dias 20 e 21 de julho, de uma reunião nacional promovida para discutir a sustentação pedagógica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Objetivo foi planejar o fortalecimento da RET-SUS para negociar plano com estados e municípios</em></p>
<p>Tomando por base o questionamento: “Que escola somos e que escola queremos ser?”, representantes de 30 das 36 Escolas Técnicas do SUS (ETSUS) participaram, nos dias 20 e 21 de julho, de uma reunião nacional promovida para discutir a sustentação pedagógica, técnica e financeira das instituições. Organizada pela Coordenação de Ações Técnicas em Educação na Saúde do Departamento de Gestão da Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (Deges/SGTES), o encontro é uma das atividades programadas no âmbito do planejamento do Ministério da Saúde para o quadriênio 2011-2015, que tem como objetivo estratégico “contribuir para a adequada formação, alocação, qualificação, valorização e democratização das relações do trabalho dos profissionais e trabalhadores da saúde’’.</p>
<p>“Dentro desse objetivo, uma das estratégias pactuadas pelo colegiado de secretários do Ministério da Saúde é a ampliação da formação profissional de nível médio dos trabalhadores do SUS, por meio do fortalecimento político, pedagógico, físico e administrativo das ETSUS”, explicou Clarice Aparecida Ferraz, coordenadora de Ações Técnicas do Deges.</p>
<p>Ainda de acordo com esse projeto, está previsto que se firme um pacto, este ano, com estados e municípios para a sustentação das escolas. A ideia do Deges é promover, em agosto, uma reunião com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) para que o plano seja pactuado na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) possivelmente em setembro ou novembro.</p>
<p><strong>Contexto da formação técnica</strong></p>
<p>O plano se insere no atual contexto que a educação profissional técnica ganhou dentro das políticas do SUS. A meta de educação técnica de nível médio, que deve ser fechada pelo Ministério da Saúde no plano quadrienal, é formar cem mil trabalhadores já inseridos no SUS por ano, até 2015. “A expectativa de resposta gerada pela política no plano nacional precisa ser compatibilizada com a realidade das escolas”, ponderou Clarice Ferraz.</p>
<p>Com a estruturação de linhas de cuidado prioritárias no contexto de redes de atenção, haverá maior ênfase na qualificação de trabalhadores, em cursos pós-técnicos e de aperfeiçoamento (no caso dos trabalhadores com ensino fundamental). Um grupo foi formado entre SGTES, Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) e Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) para pensar sobre quais seriam essas formações a partir das necessidades das redes de urgência e emergência; materno-infatil; atenção psicossocial, com ênfase no cuidado aos usuários de crack e outras drogas; prevenção e qualificação do diagnóstico e tratamento do câncer de colo de útero e de mama; e doenças crônicas não transmissíveis.</p>
<p>Além disso, o próprio Profaps deverá ser ampliado. Para o programa de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência, que deve ser lançado este ano pelo Governo Federal, está prevista a implantação de oficinas ortopédicas, para produção de órteses e próteses, nas regiões Norte e Nordeste. Nesse contexto, a formação específica para a área será importante. “Precisamos criar plano de orientação curricular para formação de técnicos em órteses e próteses. Mas a formação não se restringe a esse profissional: vamos precisar trabalhar com o técnico que vai fazer a reabilitação física, por exemplo. Talvez, o técnico em enfermagem precise de um pós-técnico nessa área”, explicou a coordenadora.</p>
<p><strong>Plano das ETSUS</strong></p>
<p>Ao final de dois dias pautados por debates relativos ao perfil e às necessidades das escolas, os diretores começaram a elaborar o pacto de estrutura mínima das ETSUS. De acordo com o plano, cada ETSUS deve ter um núcleo estruturante, como pelo menos diretor e vice-diretor, coordenador pedagógico, secretário escolar, bibliotecário, profissional administrativo, e docente que seja referência técnica e pedagógica para cada curso. Apenas a parte da sustentação pedagógica foi concluída na reunião. Para dar continuidade à elaboração do plano, diretores de cada região do Brasil vão debater questões técnicas, financeiras, além da identidade da Escola Técnica do SUS e elaborar um projeto. Cada plano regional será apresentado dia 16 de agosto, em uma reunião, em Brasília, com a SGETS e as cinco representantes regionais das ETSUS, Fernanda Melo (Centro Oeste), Maria Ivanília Timbó (Nordeste), Anna Lucia Abreu (Norte), Maria Helena Nardi (Sudeste) e Cláudia Lange (Sul).</p>
<p>As sete escolas da Região Norte agendaram uma vídeo conferência para esta sexta-feira, dia 29.  Na região Sudeste, ficou acordado reunião com as 12 escolas, dia 9 de agosto, no Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo, em Vila Mariana.  Já diretores das escolas do Sul, Centro Oeste e Nordeste discutirão os projetos, por email. As responsáveis da respectivas regiões irão elaborar um relatório consolidado com as considerações das ETSUS que será apresentado em Brasília.</p>
<p>Fonte: RET-SUS.</p>
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		<title>Etsal recebe visita técnica do Ministério da Saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 19:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ETSAL recebeu, em 22/06, a visita das técnicas Andréia Silva e Eliane Boechat, do Ministério da Saúde, a fim de inspecionar a utilização dos equipamentos recebidos pela Escola Técnica. A visita foi acompanhada pela Profa. Dra. Francisca Rosalina Leite Mota, Coordenadora do Núcleo de Telemedicina e Telessaúde, do HUPAA/UFAL, interveniente da distribuição dos equipamentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DSC07412.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2531" title="Divulgação" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DSC07412-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A ETSAL recebeu, em 22/06, a visita das técnicas Andréia Silva e Eliane Boechat, do Ministério da Saúde, a fim de inspecionar a utilização dos equipamentos recebidos pela Escola Técnica. A visita foi acompanhada pela Profa. Dra. Francisca Rosalina Leite Mota, Coordenadora do Núcleo de Telemedicina e Telessaúde, do HUPAA/UFAL, interveniente da distribuição dos equipamentos. Realizada a visita, concluíram que os equipamentos estavam em plena conservação, atendendo aos objetivos propostos.</p>
<p>Fonte: Etsal em 22/06/2011</p>
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		<title>Etsal participa de Oficina que discute a estrutura curricular do Curso Técnico de Vigilância em Saúde</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 20:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Coordenadora do Curso de vigilância em saúde da ETSAL, Tânia Kátia G. de Araújo e a Pedagoga Ana Alice, mais os representantes das 28 Escolas Técnicas do Sistema Único de Saúde (ETSUS) participaram, de 23 a 27 de maio, de uma oficina para discutir a estrutura e a organização curricular do curso técnico em Vigilância em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/oficina.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2525" title="oficina" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/oficina-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A Coordenadora do Curso de vigilância em saúde da ETSAL, Tânia Kátia G. de Araújo e a Pedagoga Ana Alice, mais os representantes das 28 Escolas Técnicas do Sistema Único de Saúde (ETSUS) participaram, de 23 a 27 de maio, de uma oficina para discutir a estrutura e a organização curricular do curso técnico em Vigilância em Saúde dentro do Programa de Formação de Profissionais de Nível Médio para a Saúde (Profaps). A reunião foi realizada na Escola <a title="Portal da Fiocruz" href="http://www.epsjv.fiocruz.br/index.php" target="_blank">Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV)</a>, que coordena a área de Vigilância em Saúde do Profaps. “A oficina teve como objetivos indicar a estrutura e a organização operacional do plano de curso técnico em Vigilância em Saúde tendo como perspectiva atender às resoluções da educação e às diretrizes e orientações curriculares para a formação estabelecida pelo Ministério da Saúde”, explicou Mônica Durães, que coordenou a oficina e é consultora técnica do Departamento de Gestão da Educação na Saúde (Deges) da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde.</p>
<p>Durante o encontro, as escolas que já possuem planos de curso apresentaram seus projetos. Aquelas que ainda não têm o plano concluído aproveitaram para trocar experiências com as outras escolas. “Trabalhamos a organização curricular dos cursos em seus diversos aspectos. Algumas ETSUS já irão oferecer o curso a partir do segundo semestre deste ano”, disse Mônica.</p>
<p>De acordo com Mônica, a equipe do Deges vai avaliar os resultados dessa primeira oficina para definir qual será a próxima etapa do trabalho de construção coletiva dos cursos. “A oficina foi muito produtiva. Conseguimos entender o processo de cada escola na elaboração dos cursos, discutimos a organização curricular dos cursos e trabalhamos no que precisa ser ajustado”, disse Mônica.</p>
<p>Como etapas anteriores desse trabalho, foram elaborados, em 2010, o mapa de competências (eixos, habilidades e conhecimentos necessários para a área) e as guias curriculares (carga horária, público-alvo, perfil e estrutura dos cursos). Também no ano passado, as ETSUS apresentaram projetos de seus cursos e foram realizadas três oficinas regionais com as escolas para discutir de forma mais ampla o Profaps e as quatro áreas prioritárias definidas pelo Ministério da Saúde &#8211; Vigilância em Saúde, Citopatologia, Hemoterapia e Radiologia.</p>
<p><strong>Profaps<br /></strong><br />O Profaps é uma proposta do Ministério da Saúde para ampliar a perspectiva de educação permanente iniciada com o Profae (Programa de Formação Profissional em Enfermagem), que foi voltado para a profissionalização apenas dos trabalhadores de enfermagem. O Profaps foi criado em dezembro de 2009, com uma verba inicial de R$ 5 milhões.</p>
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		<title>Corpos do AF 447 serão identificados em 6 semanas, diz familiar de vítima</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 19:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[104 corpos resgatados no Atlântico chegarão à França nesta quinta-feira.Parentes pedem ação do Brasil para retirar vítimas restantes no mar. O governo francês informou nesta quarta-feira (15) aos familiares das vítimas da tragédia do voo 447 que os corpos retirados do mar na última fase das buscas deverão ser identificados em até seis semanas. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>104 corpos resgatados no Atlântico chegarão à França nesta quinta-feira.</em><br /><em>Parentes pedem ação do Brasil para retirar vítimas restantes no mar.</em></p>
<p><a href="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/airfrance140.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1895" title="airfrance140" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/airfrance140.jpg" alt="" width="140" height="77" /></a>O governo francês informou nesta quarta-feira (15) aos familiares das vítimas da tragédia do voo 447 que os corpos retirados do mar na última fase das buscas deverão ser identificados em até seis semanas. A informação é do diretor executivo da associação de parentes das vítimas, Maarten Van Slyus, que participou nesta manhã em Paris de uma reunião com as autoridades francesas.</p>
<p>“Os 104 corpos retirados do mar chegarão ao Porto de Bayonne, no sudoeste da França, nesta quinta-feira (16). A polícia judiciária francesa irá recepcionar o navio e supervisionar a retirada do contêiner com os corpos, que virão para Paris. As peças do Airbus vão para Toulouse, onde serão analisadas”, disse Slyus ao <strong>G1.</strong></p>
<p>“O governo deu o prazo de seis semanas para confirmar a identificação dos corpos. Primeiro eles vão analisar todos e só depois vão divulgar quais foram identificados, não será feito a divulgação individual”, acrescentou.</p>
<p>No acidente da Air France, 228 pessoas de 32 nacionalidades morreram, em 1º de junho de 2009. Logo após a tragédia, 50 corpos foram retirados do mar. No encontro nesta manhã, além de familiares, participaram responsáveis pela polícia judiciária e investigativa francesa, a secretaria de Transportes da França, do Escritório de Investigação e Análises (BEA), que apura a tragédia, além de representantes da Airbus e Air France.</p>
<p><strong>Nova operação de resgate</strong><br />“Os corpos estão muito degradados e, ao contrário da primeira vez, não é possível a identificação visual. Das famílias européias, a polícia da França ainda tem guardado o material genético para comparação de DNA. Sobre as brasileiras, a França diz que pedirá à Polícia Federal o material que foi recolhido na época”, afirma Slyus.</p>
<p>Segundo ele, o Instituto de Investigação Criminal da Polícia Militar Nacional (IRCGN) prevê que seja necessário um novo recolhimento de amostras genéticas do material das 39 famílias brasileiras que ainda não receberam os corpos dos parentes. “Eles disseram que irão encaminhar ainda hoje um memorando à Polícia Federal do Brasil pedindo que, se for necessário, o recolhimento seja feito pelas autoridades brasileiras com apoio da Interpol”, afirma o familiar.</p>
<p>Os familiares dizem que irão pedir à presidente Dilma Roussef e ao Ministério da Defesa que seja feita uma operação sob coordenação do Brasil “para buscar os 78 corpos que ficaram no mar”. “Defendemos que todos os corpos sejam retirados de lá nas condições que tiverem. Se não for o Brasil, pediremos a um organismo internacional ou a uma empresa que busque os corpos. A França deu por encerrada a operação deles”, diz Slyus.</p>
<p>Sobre a investigação da tragédia, o BEA comunicou às famílias que irá divulgar no próximo dia 26 de junho o relatório parcial sobre o que provocou a queda do Airbus do voo 447.</p>
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		<title>Conselho de Ética abre processo disciplinar contra Jair Bolsonaro</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 19:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Etsal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Deputado do PP é citado por suposta prática de racismo e homofobia.Representação oi apresentada pelo PSOL e pede cassação do mandato. O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados abriu nesta quarta-feira (15) processo disciplinar para apurar suposta prática de racismo e homofobia por parte do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). A representação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deputado do PP é citado por suposta prática de racismo e homofobia.</em><br /><em>Representação oi apresentada pelo PSOL e pede cassação do mandato.</em></p>
<p><img class="alignnone" title="Briga" src="http://etsal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/briga.jpg" alt="" />O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados abriu nesta quarta-feira (15) processo disciplinar para apurar suposta prática de racismo e homofobia por parte do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).</p>
<p>A representação, apresentada pelo PSOL, pede a cassação do mandato de Bolsonaro e se refere a declarações prestadas pelo parlamentar em um programa de televisão e também a um <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/05/tu-deveria-ir-pra-cadeia-diz-senadora-bolsonaro.html">desentendimento com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA)</a>.</p>
<p>O relator do processo no colegiado é o <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/06/relator-do-processo-de-bolsonaro-no-conselho-de-etica-e-definido.html">deputado Sérgio Brito (PSC-BA)</a>. Ele assumiu o posto evitando se manifestar sobre o mérito das acusações que pesam sobre Bolsonaro.</p>
<p>Brito afirmou que irá apresentar seu relatório preliminar do caso até o final de junho. Depois da apresentação do relatório, Bolsonaro terá prazo de cinco dias úteis para apresentar sua defesa.</p>
<p>Apesar de a representação protocolada pelo PSOL em maio pedir a perda do mandato de Bolsonaro, o relator poderá recomendar penas intermediárias como a censura verbal ou escrita e até a suspensão temporária por até seis meses.</p>
<p><strong>Mudanças</strong><br />O processo deve ser o primeiro a ser julgado após a mudança do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Casa, que agora permite que os pedidos de cassação que tramitam contra deputados possam receber penas alternativas como suspensão, censura verbal ou escrita.</p>
<p>No dia 26 de maio, a Câmara aprovou proposta que modificou o Código de Ética e Decoro Parlamentar da Casa. Uma das modificações “autoriza o Conselho a concluir pela procedência total ou parcial da representação que apreciar, ou de sua improcedência, admitindo, nos dois primeiros casos, a aplicação da pena originalmente indicada na representação ou a cominação da pena mais grave ou mais leve, conforme a natureza e gravidade da conduta, com base nos fatos efetivamente apurados no processo”.</p>
<p>Além de flexibilizar o julgamento de pedidos de cassação no Conselho de Ética, as novas regras ampliam de 15 para 21 o número de integrantes do colegiado, mudam os prazos para apresentação de recursos de cinco sessões ordinárias para 10 dias úteis e ampliam de 30 dias para seis meses a pena de suspensão temporária para parlamentares condenados pelo colegiado.</p>
<p><strong>Programa</strong><br />No programa &#8220;CQC&#8221;, da TV Bandeirantes, exibido no fim de março, <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/03/deputado-associa-na-tv-namoro-com-negras-promiscuidade.html">Bolsonaro afirmou que não discutiria &#8220;promiscuidade&#8221;</a> ao ser questionado pela cantora Preta Gil, sobre como reagiria caso o filho namorasse uma mulher negra.</p>
<p>A pergunta, previamente gravada, foi apresentada no quadro do programa intitulado &#8220;O povo quer saber&#8221;: &#8220;Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?&#8221; Bolsonaro respondeu: &#8220;Preta, não vou discutir promiscuidade com quer que seja. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu.&#8221;</p>
<p>“O que eu entendi ali da Preta Gil, por Deus que está no céu, era como eu reagiria no caso do meu filho tivesse um relacionamento com um gay. Foi isso que eu entendi”, explicou o deputado, em entrevista no Palácio do Planalto.</p>
<p><strong>Bate-boca com senadora</strong><br />Em maio, durante análise sobre projeto que prevê punições para discriminação de homossexuais, Bolsonaro tentou exibir um panfleto “antigay” atrás da senadora Marta Suplicy (PT-SP) durante a entrevista que a parlamentar, relatora da matéria, concedia no corredor das comissões do Senado.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/05/tu-deveria-ir-pra-cadeia-diz-senadora-bolsonaro.html">A atitude de Bolsonaro irritou a senadora Marinor Brito</a>, que iniciou a confusão dando um tapa nas mãos do deputado do PP, na tentativa de arrancar o panfleto exibido por ele.</p>
<p>“Tira isso daqui, rapaz. Me respeita!”, advertiu Marinor, batendo no panfleto de Bolsonaro. “Bata no meu aqui. Vai me bater?”, respondeu Bolsonaro. “Eu bato! Vai me bater?”, rebateu Marinor. “Depois dizem que não tem homofóbico aqui. Tu és homofóbico. Tu deveria ir pra cadeia! Tu deveria ir pra cadeia! Tira isso daqui. Homofóbico, criminoso, criminoso, tira isso daqui, respeita!”, prosseguiu a senadora do PSOL.</p>
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